quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Retorno as atividades

Já começei a reescrever a história dos Invisiveis e estou atonito pelo fato deste site existir (eu tinha esquecido da existencia deste site por mais incrivel que pareça e ainda me surpreendi pelo fato dele ter tido visitas e até um comentário, pois o meu objetivo era so colocar alguns textos dos invisiveis caso desse pau no meu computador e eu perdesse todos os textos).
Reelendo as histórias que fiz há dois anos atrás, vou reaproveitar a idéia e as estrutura delas, mas há muito o que ser melhorado para essas histórias soarem do jeito que eu tinha imaginado.
Por ora, não darei tanta enfase neste projeto, pois, estou mais focado em outros: "Senhoras da Lua" e o "Filosofo da Floresta".

domingo, 27 de junho de 2010

Estupro no tempo e espaço

Na mistica manhã, onde o marasmo se fundia com a magia do outono sem folhas que caiam e arvores que apodreciam, mais uma história seria contada.
O amazon se florescia com as piores flores e seus mais repugnantes e suaves aromas. Wizerd se trajava de sua infatilidade vil, corria pelos corredores em alegria em ver seus amigos decadentes e seus conhecidos maconheiros. Lili, com um Jack Deniels numa mão e uma faca na outra, andava em triunfante queda. Ned, bom, estava fazendo a mesma merda, mofando pelos anos, se dilacerando com sua frieza.
A aula era anunciada e Lokomov disse a turma, que estava naquele espaço repleto de livros amontoados e bagunçados, ferragens de carros velhos e cinos de ventos: “Nós vamos agora viajar para uma dimensão paralela, onde eles controlam a porra toda!”
Wizerd então endagou:
- Como assim, “a porra toda”? - perguntou Wizerd.
- Vamos pra um lugar onde eles coletaram nosso esperma? - pergunta Iankopoulos, se levantando com seu corpo de ogro ciclope.
- Professor eu tenho problema de ereção – disse Meggie Loo.
- Você é mulher! - retrucou Iankopoulos.
- E, e...E dai? - perguntou Meggie Loo
- Você não tem esperma – disse Iankopoulos.
- Eu posso ser homem também – disse Meggie Loo – So você tem direito de ser homem?
- Hãn, é que eu nasci assim – disse Iankopoulos.
- Eu também nasci, igual a você, mas em vez de um peru nasceu no lugar uma porra de uma boce...
- Crianças, eu me esprezei mal – disse Lokomov interrompendo – Nos iremos até o lugar onde eles controlam o espaço tempo continuo. É um trabalho muito sério, os operadores devem cuidar que os acontecimentos coicidem com o presente
- Esses operadores são deuses? - perguntou Lili.
- Não Lili, são apenas seres de outras dimensões que controlam o espaço tempo de nossa dimensão. Interresante isso não?
- Surreal – respondeu Lili.
- Professor, até onde sei o espaço tempo não é controlado por nenhum força divina ou corpo mortal, o tempo não pode ser controlado – disse Ned.
- Ned, nosso mundo não é um livro de fisica, é uma obra dadaista e abstrata que eu posso contorcer a vontade. O mesmo ocorre com o tempo. E se eu tiver alguns empregados, alguns computadores de ultima geração, eu posso modificar, manipular e controlar sistematicamente o tempo – disse Lokomov.
- Então você está dizendo que nos vamos passar o dia inteiro numa dimensão paralela e disconhecida onde eles controlam o tempo e espaço? - pergutou Ned.
- Isso – afirmou Lokomov
- Nos vamos passar o dia inteiro fora? - perguntou Ned.
- Sim – afirmou novamente Lokomov.
- Então vamos nessa – disse Ned.

Lokomov então, diante dos olhos de todos, corroeu o tempo pela ferrugem surrealista de seus feitos, com o movimento das patas, abriu um portal interdimencional azulado, repleto de espirais em sua esfera brilhante.
- Este portal misterioso aberto por mim vai nos levar até lá – disse Lokomov – Por favor, podem passar por ele.
Todos passaram pelo portal e quando ele se fechou, eles vieram que não pararam no local que desejavam. Não demorou muito para perceberem que estavam num motel alienigena...
- Paramos num motel extraterrestre! - disse Iankopoulos.
- Porra, aquela alien é gostosinha... - disse Doom olhando para uma alien verde com forma de loba.
- Desculpem pessoal pelo incomodo, erro de calculos – disse Lokomov se desculpando.
- Lokomov, me deixe aqui – disse Doom.
- Não posso, como vou explicar para a Hara que eu deixei um aluno numa dimensão disconhecida repleta de putas? - perguntou Lokomov.
- Não vai dar nada – disse Doom.



- Lokomov, vamos ficar aqui...Aproposito, podemos acabar com a virgindade do Wizerd hoje e agora... - disse Lili.
- Isso até que é um proposta elouquente...Mas vamos fazer juz ao nome desse episodio: “Estupro no espaço e tempo”. Não faz sentido ficarmos de putaria numa porra de um motel alienigena – disse Lokomov.
Todos ficaram receosos de sair de lá, Lokomov novamente abriu um portal e todos entraram, exceto Doom que mostrou interesse por aquelas ninfetas canideas e verdes.
O portal os levou então até sala de escritórios e gabinetes, repletos de monstros e aliens com roupas sociais sentados em cadeiras em frente de um computador.
Um ciclope com smoking parou na frente de todo o grupo e Lokomov se pronunciou:
- Este é o senhor Yariayenev, ele vai ser nosso guia hoje.
- Obrigado. Vamos começar a nossa visita no setor dos gabinetes – dizia o Ciclope com uma feição séria e monotoma aos degenerados deliquentes infanto juvenis – Este setor controla o espaço e tempo da Idade Média, sigam por favor...
Os alunos viam nas telas dos computadores um monte de acontecimentos que já ocorreram, desde da revolução francesa até a renascença...
- Cada operador do espaço temporal tem as ferramentas para controlar e manipular o tempo segundo as leis da nossa empresa – disse Sr, Yariayenev, sempre sério e frio.
- Por todos esses operadores são aliens ou leviatãs? - perguntou Wizerd olhou ao redor.
- Bom, animal tolo, um animal normal não aguentaria a carga horária de 20 horas por dia – respondeu o Ciclope.
- Porra, eu que não queria trabalhar aqui – disse Lili.
- Bom, eu não aceitariamos você nem se você quisese trabalhar aqui. Vocês animais mortais não tem vontade, são ociosos e inutéis, alem de muito limitados. Esses operadores sabem interverir de forma paciva na linha do tempo, não modificando ela radicalmente, o que possivelmente qual quer vil como vocês o faria. O passado já ocorreu mas, ele mesmo assim está em constante mudança – disse o senhor Yariayenev.
- Mas você também controlam o futuro e presente? - perguntou Ratinho.
- Sim, sempre existem novos setores e empregados sendo contradados para controlar a linha do tempo no presente e futuro – respondeu Yariayenev.
- Então vocês brincam de Deus aqui? Controlando o tempo de vida das pessoas, os acontecimentos? - perguntou Lili.
- Não estamos brincando de Deus, pois temos humildade o suficiente para não nos considerar-mos deuses. Vocês reles se consideram Deuses, onipotentes, quando não conseguem manipular nem um terço das pessoas que gostariam de manipular, bebem para ejacular suas magoas, e se lideram para não apodrecerem. Se controlamos o tempo de seu passado, futuro e presente, é que não somos Deuses, so manipulamos a nossa vontade o tempo e espaço de seu mundo, pois somos superiores intelectualmente.
- Bom, você é Ciclope e creio que não é nenhum ser imortal ou grandioso. Pode nos chamar de egocentricos, mas você se acha pra caraio – disse Lili.
- Primeiro, eu nasci mortal como vocês, todavia, nesta dimensão sou imortal. Segundo, o egocentrico não podes acusar a falta da modestia de um, se ele não tem modestia pra si proprio – disse o Ciclope.
- Não precisa humilhar também – disse Lokomov, defendendo a Lili.
- Você nasceu na Armenia? - perguntou Lili.
- Sim, presumo que você é russa – disse Yariayenev.
- Vocês armenios são todos malditos – disse Lili.

Yariayenev continuara humilhando os reles mortais, então Wizerd chama Lili, Ned, Ratinho para conversarem...
- Pessoal, vamos nos avastar do grupo e passear por esse lugar sozinho – falou Wizerd.
- Bom, eu não gosto de armênios. So não são piores que os Ucranianos e os poloneses. Prefiro até os nazistas do que os poloneses ou ucranianos. Então vamos seguir o plano de Wizerd – disse Lili.
- Bom, e que agente faria nessa merda de lugar? - pergunta Ratinho.
- Simples, nos vamos conseguir um computador e vamos modificar a linha do espaço tempo. Algo bem simples e inocente que não vai dar em porra nenhuma – disse Wizerd.
- Não sei não...O Wizerd furtando um desses computadores e controlando o tempo...Tamos fodidos...Seria um desastre...Porra, vamos nessa então caraio! - disse Ratinho.
- É, a porra da história tem que continuar, agente é pago para deixar o leitor feliz – disse Lili.
- Quem paga? - perguntou Ned.
- Puta é mesmo, agente trabalha de graça, que desgraça! - disse Lili puta pra cacete.
- Porra, eu vou pedir meus direitos ao sindicato! - disse Ratinho.
- Não temos sindicato – disse Ned.

Enquanto eles reclamavam das precárias condições de trabalho, Wizerd se aproximou de um computador ocupado por um operador temporal, que no caso era um humanóide azul, com grandes garras, usando uma camisola amarela.
Wizerd então chamou o grupo para tentar persuadir o operador a deixá-los usar o computador.
- Eu vou tentar uma abordagem bem amigavel, veja como vai ser facil – disse Wizerd se gabando das habilidades sociais que não tinha – Senhor, sabia que você é especial. Seria mais especial ainda se você nos deixase usar o seu computador. Nós somos jovens sensatos e queremos apenas aprender.
O operador apenas negou com a cabeça o pedido de Wizerd. Então ele tentara de novo.
- Sabia que Deus te ama e quer nos deixar usar?
- Se Deus vos ama, e querem que vocês usem, alem de insensato, ele é uma bicha – disse o operador.
- Que coisa horrivel pra falar, tem satan no coração? - perguntou Wizerd.
- Deonde eu vim a medicina é evoluida o suficiente para apontar que o coração possui veias que pulsam sangue para todo o corpo – disse o operador.
- Wizerd, ele te humilhô, é melhor parar – disse Lili.
- Sabia que você é tão lindo? - disse Wizerd.
O operador perplexo pelo elogio gay de Wizerd, respondera:
- Fale isso pra porra do seu namorado.
Lili, Ratinho rindo e zombando do Wizerd. Então Wizerd disse ao grupo:
- Se falar de modo civilizado, vamos partir para a ignorância! O filha da puta, nos deixe usar ou se não você vai queimar no inferno! - disse Wizerd em tom de ameaça.
O operador ignorou e continuou a usar o computador. Então Lili se enfureçeu e disse:
- Deixa que eu resolvo essa merda! - disse Lili.
Então, com o punho em riste foi em direção ao operador. Lili tentara golpea-lo por trás, so que o operador, rapidademente se esquivou e quebrou o pulso de Lili com uma força descomunal, e quebrou sua cadeira encima das costas de Lili.
- Eu sou esperto. Quando a lei é enfiar a mão, eu sou o juiz, o policial, e o delegado – disse o Operador com os pés encima da Lili. Operador então chama um estagiário para repor outra cadeira, e senta na nova cadeira que um estagiário duende colocara.
Ratinho então, do pelo pegara um burito e oferecera ao operador. O operador perguntara:
- Esse burito é de frango? - perguntou ele interessado.
- Sim – afirmou ratinho.
- Ele é de catupiry também? - perguntou o operador.
- E mussarela também. Fica uma delicia com pimenta – disse Ratinho.
O ratinho ofereceu o burito ao operador, ele comeu so um pedaço da maça, e já correra em disparada ao banheiro, deixando o computador vago e livre para os 4 vis jovens.
- Porra, vamo usar antes que ele volte – disse Wizerd.
- Nem precisa. Eu coloquei Lajante Atomico que faz você cagar até as tripas, e você fica 24 horas cagando. Um ótimo produto se você quiser emagrecer, pois você caga tudo o que comeu em um dia inteiro, ou numa semana inteira. Este produto não é recomendado para quem tem diabete, cancer no estomago, prisão de ventre, ou gases – disse Ratinho.
- Que merchandise da porra – disse Lili.
- Eu fiz esse merchandise pra ganhar uma grana da empresa, assim eu posso me sustentar, entende? - disse Ratinho.
- Mas funciona mesmo? - pergunta Lili.
- Sim, aquele operador não vai voltar tão cedo do banheiro. E se ele tiver prisão de ventre pode até morrer por imoragia no estomago e indestino, de tão poderoso que é essa porra é – disse Ratinho.
- Então vo sacaneou legal aquele filha da puta – disse Lili.
- Sim.

Wizerd se expropriou do computador e se deparou com uma tela que pedia o ano, país, em que eles queriam voltar o tempo. Wizerd então digitou julho de 1789, França.
Na tela então apreceu uma bastilha sendo atacada por um monte de revoltosos camponeses e faméricos. Ned então reconheçera a cena e dizera:
- Parece que é o episodio da invasão da Bastilha que foi o inicio da revolução francesa.
- É, mas é muito feio atacar vandalismo...Vou deletar essa gente má – disse Wizerd, selecionou o grupo revoltoso ques estava destruindo a bastilha e clicou em “delete”. Após o ocorridos, os guardas absolutistas que imploravam para não morrer, não conseguindo resistir aos ataques, pulam de alegria, mantendo a bastilha de pé, por Wizerd ter excluido os elementos revolucionários.
- Parabens Wizerd, você arruinou a Revolução Francesa – disse Lili.
- Mas eu não gosto de vandalismo – disse Wizerd.
- É muito mais do que questão de aversão ao vandalismo. É a vitoria da burguesia ante o absolutismo. E você estragou essa merda – disse Ned.
A Lili tirou com toda a força Wizerd da cadeira e começara a usar o computador...
- Vamos voltar para a segunda guerra mundial. Eu vou mudar o curso da história da minha maneira – Lili então digitara Berlim, 1945. Aparecera então na tela Berlim repleta de bombardeios, tomada pelo fogo e o sangue, e Lili explorando a caixa de ferramenteas...Encontrou uns botões e ousou usá-los... - Vejamos, 4 bombas atomicas direto para os EUA. Uma vai cair em Washington, outra em Las Vegas, outra em Nova York e uma em Houston.
- Por que você quer explodir Houston? - perguntou Ned.
- Pois eu odeio os texanos e porque Houston é uma cidade estratégica...É lá que está a sede da NASA – respondeu Lili.
- Por que tu vai atacar os EUA? - pergunta Wizerd.
- Primeiro eu odeio os ianques. Segundo, bombardeando essas cidades, principalmente Washington, Stalin dominará os EUA, o Japão, e toda a Europa. Não existira guerra fria, guerra da Coreia, guerra do Vietnam, e nem a porra do plano Marshall...Aproveitando eu vou mandar 2 mil aviões para o centro-oeste para bombardear aqueles caipiras da porra – disse Lili.
- Tem algum país que você não odeie? - perguntou Ratinho.
- Sim, tem um. Eu amo a Russia, meu pais natal. Agora os paises que eu odeio, são tantos, que até escrevi uma lista extensa nesse pergaminho – diz Lili retirando do pelo um pergaminho enorme, com nomes de países, estados ou regiões que Lili detestava.
Lili então clicou nas cidades dos EUA que desejava destruir e clicou enter. Então a Lili clicou enter e começou com ataque aereo ao meio-oeste ianque. Após isso, ela selecionou algumas frotas para entrarem nos EUA pelo pacifico, na California e no Alaska.
Ela aumentou a velocidade do tempo e logo aprecera na tela jornais com as seguintes manchetes: “A União Soviética domina os EUA em apenas 1 mês”, “Os russos dominam, os ianques choram, o mundo é mais vermelho”, “The reds dominate the world”, “Stalin kill Roosvelt”.
Ned vendo os acontecimentos no computador, falou:
- Mas que merda, agora o mundo é comandado por uma bando de bolcheviques bebados.
- Isso é bom né. Agora a vodka vai ser vendida baratinho – disse Lili.
- Vodka nem desce. O que vai acontecer com o champagne, se é que a França não foi dominada pelos bolcheviques? - indagou Ned.
- Eu receio que é melhor agente voltar para o Amazon e torçer-mos para nenhuma destas modificações que agente fez nesta bosta de software se realize em nosssa dimensão – disse Ratinho.
- Mas eu quero usar – disse Wizerd.
- Vem seu filha da puta – disse Lili o puxando pela camisa até o portal aberto para aquela dimensão.

Logo que foram ao Amazon, numa viagem interdimencional insana, o Amazon se revala um pouco diferente...Grandes faxadas vermelhas, uma bandeira do Brasil pintada de vermelho e amarelo, e em fez daquela frase possitivista “ordem e progresso”, havia uma frase de Karl Marx: “Proletariado de todo mundo, univos!”.
Ned olhou para a bandeira e disse:
- Parece aquelas bandeiras do MST essa porra.
- Parece bandeira de uma convenção de trabalhadores – disse Lili.


- Eu gosto de balinha – disse Wizerd.
Depois que Wizerd dizera isso, o guarda atirou em sua perna e Wizerd desmaiara.
- Você matou o filha da puta! - disse Lili.
- Não exatamente. É bala de borracha. Ele disse que gostava de uma balinha...
Então Wizerd se levantou, com a perna sangrando e disse:
- Eu queria outro tipo balinho, malvado!
- Cuidado com que deseja, seu marxista vadio. Agora se disperçem, ou vocês sairam aqui num caixão – disse o guarda bem sossegado.
- Não fala sério né? - perguntou Lili.
- Um homem com um arma na mão sempre fala sério – disse ele olhando profundamente na alma dos 4.


Os 4 então obedeceram e estavam atrás de uma moita discutindo o que fariam para entrar no Amazon...
- Gente, é so agente meditar por 67 anos, e depois deste tempo nossa mente estará poderosa o suficiente para nos criarmos uniformes atraves da ajuda do cosmos. Então agente volta no tempo, e nós do futuro vamos dar esses uniformes pra nós no presente. Agente vai fazer uma festinha, vai convidar todas as celebridades do mundo da moda, e depois iremos ficar ricos e milionários. Vamos fugir para a Bolivia e ficaremos viciados em coquinha. Então ficaremos mundialmente famosos por criar a coquinha verde com sabor limão e menta. Vão nos perseguir por 20 mil milhas, vamos viver no fundo do mar e voltaremos para entrar no Amazon para ver nossos amigos dessa universo paralelo alternativo – disse Wizerd.
- Acho que me perdi na parte da cocaina e na Bolivia – disse Lili.
- Depois que agente meditar por 67 anos, agente volta no tempo e nos viciamos em coquinha? - perguntou Ratinho.
- Não, nós do presente nos viciamos em coquinha e nós do futuro continuamos “zen” - disse Wizerd.
- E por que estilistas e celebridades? - pergunta Ned.
- Vocês so contestam o que eu digo...Oia, agora isso é irrelevante. Vamos fazer este plano, que acham? - perguntou Wizerd.
- Podemos so dizer que somos visitantes. Vai ver que o uniforme é so pra quem estuda – disse o Ratinho.

Então tentaram o plano de Ratinho...
- Seu guarda...Lamento pelo estorvo, somos apenas visitantes e não alunos – disse Ratinho.
- A entrada de visitantes é nos fundos – disse o guarda.
- Obrigado senhor – disse Ratinho.
Assim então, os 4 entraram na porra do Amazon, que também estava mudado pelo lado de dentro...Corredores espaçosos, repletos de fotos com lideres comunistas e barbudos.
- Aquele é papai noel! - disse Wizerd.
- É Karl Marx, bastardo! - disse Lili.
Logo que entraram eles ouviram uma cirene, depois do canto de um alarme, as pessoas gritavam: “Os franceses, os franceses!”. Depois disso, muitos, se ouvira uma saraivada de balas de metralhadora ecoando nos céus e no ar.
Um soldado então veio até os 4, perplexos e imoveis no lugar, sem saber o que estava acontecendo. Soldado então gritou a eles:
- Qual é a idade de cada um?
- Bom, eu tenho 18, o Ned e Ratinho tem 16, e o Wizerd tem 19 – disse Lili.
- Então o que tão esperando? Aqueles imperalistas tem que tomar bala. Peguem suas armas! - disse o soldado jogando um AK-47 pra cada um.
- Os aliens estão nos atacando, é um invasão alienigena?
- Sim, claro...São os malditos franceses vindo do norte seu filha da puta! - disse o soldado impaciente.
- Os franceses são aliens né? - perguntou Wizerd.
- Se forem, você mete bala neles, camarada? - perguntou o soldado.
- Não, eu sou pacifista – disse Wizerd.
- Então foda-se, vai ser muito bom quando você for refem destes monarcas absolutistas. Quem tiver afim de defender essa porra de colégio e o Amazonas de ser conquistado, matem alguns franceses hoje! - disse o soldado.
Lili ficou feliz e disse:
- Finalmente alguem vai morrer nessa porra, e vai ser um francês! - disse ela pegando a Ak-47 e já se adiantando num posto com metralhadora.
O pátio de fora da escola mais parecia um campo de batalha. Os frances estavam trajados de uniformes azulados, enquanto os “bolcheviques” estavam de vermelho lançando coquitéis molotovs, usando os armários de arquivos como canhões, carteiras como munição para catapultas improvisadas, alunos e professores como soldados.
Enquanto o mundo tava acabando, Ned e Ratinho so estavam sossegados, parados, sem fazer merda nenhuma. Lili tinha entrado num combate frontal com um frances...Ela simplesmente quebrou o pescoço do filha da puta. Ela então continuou a luta numa trincheira improvisada com muitas carteiras e mesas, Ned, Ratinho, Wizerd so desfiando das balas.
Lili chegou aflita com tanta ação e perguntou furiosa aos três:
- Porra, por que vocês não tão atirando, não tão fazendo porra nenhuma?
- Olha, primeiro, nem sabemos de que lado estamos lutanto e por que – disse Ned.
- Porra, tão ATACANDO NOSSO COLÉGIO. E são franceses ainda – disse Lili.
- É? Franceses são povos civilizados, quero que saiba disso – falou Ned.
Depois que Ned falara isso um soldado frances apareceu nas costas de Lili, e ela de imediato se virou e o matou com 6 tiros da AK-47.
- São um bando de cuzeiro que fala esquisito e come caracol com vinho – disse Lili.
- Esteriotipos são inuteis. E aliás, é melhor do que ficar se enchendo o cu de vodka e ovas de peixe – disse Ned.
- Quer se unir a eles? Eu posso acabar isso rapidinho – disse Lili já mostrando sua arma.
- Gente, parem! Reflitam, essa realidade alternativa é uma reflexão das modificações que nos fizemos erroneamente na linha do espaço tempo. Vamos separar os fatos. Wizerd provavelmente arruinou a Revolução Francesa, logo a França provavelmente deve ser uma monarquia absolutista ainda. Lili fodeu com os EUA, logo a URSS deve ser uma superpotencia socialista repleta de colonias – disse Ratinho.
Logo que ele pronunciara essas palavras, das sombras, escombros, o operardor daquele computador que eles usaram estava andando em uma privada com rodas.
- Isso mesmo ratinho – disse o operador.
- Você não é aquele operador que o Ratinho enganou com um burrito repleto de laxante? - perguntou Lili.
- Sim – afirmou.
- E por que tá usando uma privada com rodas? - perguntou Wizerd.
- É por que que eu ando eu to uma cagada feroz...Ahhhh... - dizia o operador gemendo enquanto abria a bunda – Não é bonito crianças...
- Imagino – disse Ned.
- Explique como é esse mundo agora que Lili e Wizerd o modificaram – disse Ratinho.
- Bom, já que não houve revolução francesa, a França é uma monarquia absolutista repleto de colonias na Africa. A URSS tem muitas colonias, uma delas é o Brasil. Estamos numa guerra mundial, vamos dizer assim. Com muitos conflitos entre os dois eixos: O eixo Paris/Londres, os paises que fazem parte desse eixo são Portugal, Espanha, França e Reino Unido. O eixo Moscou, Pequim, Hanoi, fazendo parte URSS, China e Vietnam. Enfim, os Sovieticos dominam boa parte da America Continental, enquanto os Franceses controlam a America Insular. Esse empase que estamos passando agora, faz parte de muitas batalhas que são travadas entre os franceses e os brasileiros, pois os franceses querem anexar o Amazonas a seu território. O exército russo já enviou muitos armamentos para essa região, pois a França domina as Guianas e o Suriname, ou seja, essa região é de constante conflito – disse o operador agonizando na sua privada de rodas.
- Deixa ver se eu entendi, o Brasil é uma pais socialista? - disse o Ned.
- É controlado por um pais socialista. É Republica Sovietica do Brasil, e a Lili está lutando contra os guianenses, do Principado de Guiana – disse o operador.
- Quem é o presidente do Brasil? - perguntou Lili.
- Luis Carlos Prestes? - zombou Ned.
- Não, o filho dele – disse o operador se segurando na privada.
- Hãn, tá – disse Ned.
- O Paraguai é de quem? - perguntou Lili ao operador caguento.
- Pertence aos russos. Vodka e livros de Lenin falsificados se vendem lá. Cidad del Este é a mesma merda, cheio de produtos chineses. So que com um diferencial: Paraguai até que tem uma economia mais estavel com a distribuição economica que a União Soviética impôs. Não sou comunista, mas admito que o Paraguai tá menos fodido – respondeu o operador.
- Seu trabalho então é evitar que coisas assim aconteçam? - perguntou Ratinho.
- Exato. Trabalho 24 horas por dia, exceto em feriados e finais de semana, quando vou pra Plutão. É frio lá, mas lá é excelente pra patinar e esquiar. Enfim, a única coisa que me tirou do trabalho todos esses anos foi só esse burrito lazarento que tá me fazendo cagar até alma – disse o operador.
- Tem um jeito de você fazer tudo voltar ao normal? - perguntou Ned.
- Não. Agora vocês tão vivendo numa realidade alternativa, eu não estou incubido de intervir. E alem do mais, já me zuaram com esse burrito, so vim ver se fodendo mesmo – disse o operador.
- Como você é sadico – disse o Wizerd.
- Não exatamente. Eu gosto de ver quem me zoou pagar pelo meu sofrimento, considere o destino de vocês como minha vingança – disse o operador.
- Mas não é tão ruim cagar – disse Wizerd.
- Você diz isso por que não tá cagando há 3 horas sem pará! - disse o operador.
- Cuidado, o Wizerd consegue ficar todo esse tempo cagando – disse Lili.
- Que seja, adeus seus bastardos – disse o operador rindo enquanto desaparecia de repente.
- Como ele faz isso? - perguntou Wizerd.
- Faz o que? - perguntou Lili.
- Desaparecer assim...Do nada...Mágica!
- Vai ver que pelo fato dele ser um alien de outra dimensão com uma privada com rodas, vai enteder... – disse Lili.
- Então, o que vai ser? Agente vai ficar aqui se fodendo com um monte de comunista? - perguntou Ned.
- Basicamente, sim – disse Lili.
Logo que Lili se pronunciara, os comunistas estavam pulando de alegria, todos falavam alto ou gritavam frases do tipo:“Vencemos os guianenses, facistas monarcas!”, “Vencemos os franceses!”, “Viva a revolução!”.
- Eu quero embora daqui – disse Ned aflito.
- Porra Ned, isso é bom pra caraio. Pense no lado bom, agente deve lutar quase todo dia contra os franceses – disse Lili.
- Eu não quero lutar contra francês – disse o Ned.
- Se acostume, pelo que vejo, estamos pressos a essa realidade – disse Lili.
- Essa porra não é real, o Brasil é uma nação capitalista não comunista! - disse Ned.
- Quem disse isso? - perguntou um soldado que ouvira Ned.
- Foi ele! - gritou Lili.
Então os guardas de imediato pegaram Ned e dizeram a ele:
- Então temos um capitalista em nossa escola...Executem-no! - disse um sargento.
- Hei, você vão me matar? - perguntou Ned.
- A expressão executar é mais coveniente – disse o guarda.
- Obrigado, Lili – disse Ned sendo arrastado até um canto pra ser fuzilado.
- Lili, olá que você fez, o Ned vai ser morto graças a você – disse Ratinho.
- Ele que se foda, é so uma bosta de um tigre fresco – disse Lili.
- Você não vai ajudá-lo? - perguntou Ratinho.
- Não vou discutir com gente que tem uma AK-47 na mão – disse Lili.
- Que vai ser das outras histórias desse livro sem ele? - perguntou Ratinho.
- Vão ser a mesma merda, porem, sem um tigre conservador e chato – disse Lili.
- E vai sobrar mais salário pra gente! - disse Ratinho.
- Agente não é pago pra fazer essas merdas de histórias – disse Lili.
- Ser operário é foda – disse Ratinho.
- Pessoal vamos salvar o Ned, pra isso, vamos viajar no tempo! - disse Wizerd abrindo um portal interdimencional.
- Como você fez isso? - perguntou Lili.
- É que sou IRLANDES! - disse Wizerd.
- A nacionalidade é o fator chave? - perguntou Ratinho.
- Claro, cada nacionalidade tem seu poder e magia – disse Wizerd.
- Qual seria o poder dos russos? - perguntou Lili.
- Encher de vodka até vomitar – disse Wizerd.
- Irlandes faz a mesma merda – disse Lili.
Não, nada ver...Irlandes se enche de Whiskey e cerveja preta! E algumas topeiras nascidas em Galway tem poderes de fazer portais interdimensionais e temporais quando quiseres – disse Wizerd.
Vamos entrar nessa merda logo, deixemos os assuntos sobre a disparidade cultural e magica entre Irlandeses e Russos para serem resolvidas no bar ou no boteco – assim disse Ratinho.
Eles assim entraram no vórtex interdimesional, uma viagem bem louca, you know? Imagine um clipe de alguma banda de rock do fim dos anos 60, aquela psicodelia lazarenta...
Agora que agente tá nessa viagem lazarenta, como disse o narrador, o que vamos fazer? - pergunta Lili.
Oras, muito simples, nos vamos que eu no passado de o burrito para aquele operador, e voltamos todos feliz... Fácil de entender não? - indagou Ratinho.
Não pode rolar uma merda...Digamos...Haver uma desarmonia na linha do tempo, e todas essas questões confusas que vemos nos documentários da discovery channel? -perguntou Lili.
Pois é rapaiz...Boa indagacao, e nem sabia que tu assistia discovery channel... - disse Ratinho,
Sempre passa de vez em quando uns documentarios sobre ursos...Cada urso pardo, preto gostosão... - após Lili pronunciar esses dizeres, Ratinho e Wizerd olharam com desdem e duvida... Lili então retruca – Oras, eu gosto de homem pelo menos, não sou nenhuma lesbica drogada que pega qual quer vagabunda com gonorreia no colégio, e fica na siririca no final no corredor.
Eu já vi essas doida se masturbando no meio do corredor – disse Ratinho.
E ninguém viu? - perguntou Lili.
Bom, quando eu passei correndo, e quando voltei a olhar já tava uns 5 macho encochando ela...Era uma onça que tava drogada e os caras aproveitaram...Porem eu perdi a virgindade com essas doidas que se masturbam – disse Ratinho.
Serio? - perguntou Lili.
Eu tava passando, e na hora ela já tava...Bom...Dentro de mim... - disse Ratinho com timidez.
É foda, o Lokomov não faz nada a respeito para acabar com essa putaria! - disse Wizerd.
Vagabunda quer dar, não há ninguém que possa segurar! - disse Lili.
Como você? - perguntou Ratinho.
Eu vou te encher de porrada filha da puta! - disse Lili já se preparando para estraçalhar a pobre ratazana.
Gente, já nos desvirtuamos muito rápido de nosso destino e objetivo. Lembram, Ned foi fuzilado por um monte de comunistas que fedem a vodka, e estamos voltando no tempo para impedir que agente mude o passado...Alguma coisa assim né?
Eh... - disse Lili e Ratinho conformados e cabisbaixo.
O que o leitor vai pensar se agente falar só em sexismo, homofobia, e expressões inadequadas e chulas? - indagou Wizerd,
Ah, se o leitor quer historinha bonita sem sexo, putaria, cerveja, ele que va comprar um livro de auto-ajuda, porra! - disse Lili.
Quando agente sai dessa porra de vórtex? - perguntou Ratinho.
Agora mesmo! - disse Wizerd.

O vortex aos poucos se diluia como o tempo e o espaço, revelando a sala repleta de escritórios e operadores leviatãs, sérios e quietos. Não demorou muito e Ratinho apontou para eles no passado, logo eles se interviram e chamaram atenção das personalidades deles no passado...Porra isso confunde a cabeca, caraio...
O Ratinho do passado, não de o burrito com laxante para o operador! - disse Ratinho do futuro ao ver Ratinho oferecer o burrito ao operador.
O operador então fica atonito e pergunta:
Esse burrito tem laxante? - pergunta ele arremesando o burrito pra longe.
Sim! - disse o Ratinho do futuro.
Saiam daqui seus merdas, e deixe eu trabalhar! - disse o operador.
Os 4 do passado olharam para Lili, Ratinho, Wizerd do futuro e dizeram:
Nos do futuro!
Nos do passado!
Ratinho do futuro...Está bonito hoje! Interessante nos encontrar...Amadureci em termos de experiencia de vida nesses últimos anos?
Eu sou você há aqui umas 3 horas apenas, não madurecemos tanto, mas estou lisonjeado por perceber minha beleza – disse Ratinho.
Cade o eu do futuro? - perguntou Ned.
Morreu – respondeu Lili – fuzilado por comunistas.
Serio? Como assim?
É uma longa historia...- disse Lili.
Lili do futuro, pode virar de costas? - perguntou Lili do passado.
Claro...Então Lili do passado da um tesourada nas costas da Lili do futuro e diz?
Porra, eu sempre quis fazer isso comigo mesma, mas nunca consegui! - disse Lili do passado.
A outra Lili, levanta, sorrindo, e rindo como a Lili do passado. Logo depois da um soco que ela cai no chão.
Tamos quites, pois não da pra bater em nos mesmas – disse Lili do futuro.
Você esqueceu de tomar remedios no futuro? - perguntou Wizerd do passado.
Talvez... - diz Wizard do futuro.
E agora o que agente vai fazer? - perguntou Lili do futuro.
Zoar! - disseram Wizard do passado e futuro.
Então vamos nessa – disseram Lili do passado e do futuro pegando um tankard repleta de chopp.
Eles então começaram a destruir os escritórios, computadores, beber pra caraio, ouvir motorhead, megadeth, explodir as coisas...Ate que aquele armênio no começo da historia, pra quem se lembra, os trancafiou numa masmorra moribunda. Wizerd, Ratinho e Lili do futuro, Wizerd, Ratinho, Lili e Ned do passado estavam acorrentados numa parede, num calabouço úmido repleto de goteiras, que gotejavam e faziam uma sinfonia de monotomia e sofrimento.
Wizerd do passado e futuro, respectivamente, falaram juntos:
Nos vamos fazer um portal interdimensional e evitar que nos dois, no passado, tenhamos a ideia de festejar!
Um Wizerd já é horrendo...Dois...Eh pra foder! - disse Ned.
Vamos fazer essa merda, ou não vamos? - perguntou Lili.
Vamo la... - disse Ratinho do passado com ar de aborecido pela situacao...
Por fim, quando eles voltaram, os dois Wizerds, dois Ratinhos, duas Lili e o Ned falaram com os dois Wizerds, dois Ratinhos, duas Lili e o Ned do passado...
Porra, mais da gente no futuro... - gritaram toda as pestes do passado, as Duas Lili, Dois wizerd...Do passado!
De que futuro vocês são?
Respectivamente, somos vocês no futuro daqui há 2 horas – disse Ratinho.
Bom, e o que vocês vieram fazer aqui, exatamente? - perguntou toda o bando do passado.
Bom...esquecemos... - disse Ratinho do futuro.
Então vamos festejar! - disse os 4 Wizerds, respectivamente, os dois do passado e os dois do futuro...
Assim, o universo foi retorcido muitas vezes por concepções errôneas e viciosas em modificar a linha do espaço e tempo, ocasionando em um ciclo infinito de viagens...
Ned, que se achava ter sido executado por comunistas num Brasil hipotetico, e ate improvavel, dominado por uma ditadura socialista, consegui sobreviver e fabricar um portal interdimencional depois de 40 anos preso naquela realidade destrutiva, se escondendo dos comunistas e se exilando nos territorios domiandos pelos franceses, para finalmente voltar a pacata Manaus de 2010.
Voltei finalmente! Mas que merda?! - disse Ned, quando saia do vortex, que revelava algo inacreditável, inadmissível, e escroto pra caraio...Um mundo que só tinha Lilis, Wizerds, Ratinhos, e Neds.
Ned ficou boquiaberto por 3 dias, não aguentou os milhares de versoes diferentes de Wizerd, e morrera de desgosto.
É esse e o final, podre, inutil, mas o final. Nada de heroismo norte-americano repleto de efeitos especiais milionarios, apenas o rosto mumificado de um tigre racional que foi condenado pelo tempo, literalmente.
Isso é um relato baseado em fatos reais, ou não, de pessoas que por futilidade pura banalizaram o tempo, quando foram escravizados por este, quando não existe tempo senao os dias que se passam, as horas que deixamos apodrecer, e por trivialidades que permitimos que nos exorcizem...Enfim, essa é a porra do final! Aprendeu alguma coisa com essa porra? Não? Para de bater punheta e assista discovery channel oras, punheteiro de merda!

sábado, 24 de abril de 2010

Premonição

Você deve estar a par dos cliches eternos que molestam os anos, dos cliches imutaveis e até comicos de filmes de terror como premonição...A gostosinha sabe quando e como alguem vai morrer, tenta evitar isso, mas acaba se fodendo também.
Bom, imagine que algo similar irá ocorrer com os mais proximos de Wizerd, Lili, Ratinho e Ned, so que ao contrário de uma gostosinha que vai se preocupar salvar os outros, não teremos vilões ou herois na história, pois não somos ianques que desejam exaltar a visão de um so personagem, não criamos nenhum heroi, ou vilão, pois no final, todos são antagonistas cuzeiros e ninguem é um demonio se fantasiando de autroista.

Era uma vez na porra do onibus que levava os deliquentes pra escola...
- Mais um dia de merda – disse Lili.
- Bom, não fede tanto quanto o outro dia – disse Ned.
- A existencia realmente se baseia em fezes? - perguntou Ratinho.
- Para o Wizerd sim – disse Ned.
Disse Ned observando Wizerd brincando com um pedaço de esterco.
- Me referi ao fato de vocês sempre estarem dizendo “mais um dia de merda”, “mais uma bosta de um dia” e afins – disse Ratinho.
- Então vocês deveriam ler o meu livro, “A dicertação das fezes”, é um livro ótimo pra quem quer começar a entender a merda. Pois eu a entendo como se fosse meu irmão. Ela nasce de mim, cheira pior que eu, e me diz o meu passado – disse Wizerd.
- Bom, pra mim merda é o que o meu rabo vomita – disse Lili.
- Vocês so vão falar de merda agora? - perguntou Ned – Nossa vida já é uma merda e vocês vão falar de fezes? - perguntou Ned.
- Isso é bom, pois a merda é que muda o mundo! É que fertiliza os campos da imaginação e nos faz sorrir – disse Wizerd.
- Sem contar que o cheiro de esgoto faz bem pra você, né Wizerd? - perguntou Ned.
- Sim. No livro da “Disertação das fezes” eu reflito sobre as questões complexas do que as fezes englobam. Por exemplo, as fezes saem do humano para brilhar em sabedoria, vocês sabiam? Esgotos deveriam ser apreciados mais que bibliotecas, pois lá ta o conhecimento. Se você comer as fezes de um genio você ficará tão inteligente quanto ele – disse Wizerd.
- Ned, quando você fizer o numero dois, aperte a discarga – disse a Lili.
- De uma pergunta coerente do Ratinho, nos estamos falando de esgoto agora? - perguntou Ned.
- Oras, lá so tem merda, logo aqueles que a frequentam são sábios! - disse Wizerd.
- Baratas e Ratos são filosofos agora? - perguntou Lili.
- Claro. Olha o Ratinho por exemplo...É uma das pessoas mais inteligentes que conheço e ele é um rato, um rato de Chernobyl.
- Ah...Estou muito lisongeado. Hei, eu não sou de Chernobyl e dessa vez eu posso provar...
Antes do Ratinho podese provar qual quer coisa, o Onibus que estava no ar a mil por hora derrapou na pista, jogando muitos pra fora do onibus pelas janelas. Muitos ficaram com estilhaços de vidros cortando a pele, os olhos e a alma. Lili, Ratinho, Ned, Wizerd saltaram do onibus a tempo, antes que eles coledise numa arvore e explodise como uma ogiva em chamas.
- Quem ainda tá no onibus? - perguntou Lili.
- O arco-iris, todo o segundo ano, alguns ciclopes da oitava série... - disse Ned.
- Devemos ajuda-los a sair do onibus, eles devem estar presos nas ferragens do onibus – disse Ratinho preocupado e deseperado.
- Não – responderam Lili e Ned.
Ratinho teve um segundo de reflexão e respondeu:
- É tem razão, se foderam, vamos embora Wizerd – disse Ratinho arrastando Wizerd pra longe dali.

Os 4 ficaram com ferimentos leves, com alguns arranhões e pequenas queimaduras. Já um ciclope que encontraram a 3 metros de onde estava o onibus não teve a mesma sorte...Seu corpo estava cortado perfeitamente ao meio e pior, ele ainda estava vivo.
Lili olhara para a parte da cintura para cima, o indestino e os orgãos internos estavam aparecendo, e reconheceu o ciclope moribundo, era Bortolomeu, um dos 20 filhos por parte de pai do Iankopoulos.
- Bortolomeu você está bem? - pergunto Lili ao ciclope moribundo, perdendo todo o sangue.
- Não, eu estou otimo! Eu fui cortado ao meio, estou perdendo 2 litros de sangue, mas eu estou bem! - disse Bortolomeu sarcasticamente.
- Foda... - disse Lili.
Então Iankopoulos aparece com a mão arrancada, aparentando nem se importar com o membro faltando...
- Borotolomeu! Eu não sabia que sua morte seria assim tão...tão...nojenta... - disse Iankopoulos ao irmão moribundo.
- É, eu podia morrer feliz mofando numa porra de um assilo. Ah, man, porra isso foi a coisa mais radical que já aconteceu comigo...Eu fui jogado pra fora do onibus, voei por uns 3 metros e essa porra de placa de transito me cortou ao meio. Isso foi maneiro – disse Bortolomeu rindo da propria desgraça.
- Sabe que foi so agora que percebi que sua cintura pra baixo tá há 5 metros do restande do seu corpo... - disse Iankopoulos.
- Porra, é mesmo? Eu não consigo me virar pra ver, acho que quebrei a costela também, mas tudo bem. Bom, já que eu vou morrer mesmo, então doe todo o meu dinheiro para o bordeu “De 4 a noite inteira”, e doe minhas ações para a Opus Day e a Kan Klus Klan – disse Bortolomeu.
- Bortolomeu, você é racista? - perguntou Iankopoulos.
- Não era, mas é sempre a primeira vez pra tudo...Pra ser ateu, religioso, gay, e até racista – disse Bortolomeu.
- Bortolomeu, você sempre foi tão compreensivo e sábio, humilde, amigo... - disse Iankopoulos.
- Porra Iankopoulos, não seja gay, filha da puta! - disse Bortolomeu antes de morrer.

No dia seguinte, foi um dia de luto no Amazon...Lili, so veio a principio para beber, Wizerd veio com o mesmo macacão de sempre, so que naquele dia tinha vindo com uma gravata normal em vez de gravata borboleta.
Os 4 foram a muitos enterros, Ratinho, Wizerd, e Lili vieram dar uma força a Iankopoulos que tinha perdido o irmão Bortolomeu.
Encontraram Iankopoulos caindo nas lagrimas, proximo a uma cova no pequeno cemitério do Amazon.
Na cerimonia funebre, Iankopoulos subiu em um palanque ao ar livre, pegou o microfone e disse em meio as lagrimas: “Bortolomeu era um cuzero que so ficava pegando DST no bordeu, vocês nem imaginam...Na hora do banho, no vetiario, o pus saia do saco dele, e um dia aquele pus explodiu na minha cara. Ninguem tinha coragem de pegar no sabonete que ele usava, pois todo aquele pus e os pentelhos ficavam na porra do sabonete...Nos tinhamos que tomar banho a dois metros de distancia pois o saco dele fedia a carniça. O saco era cheio de bolhas verdes que explodiam constantemente, e as vezes sai uns vermes de dentro das bolhas nas bolas dele...” um padre que estava lá tentou tirar o microfone de Iankopoulos, devido a um monte de bizarrices que eles estava falando, envolvendo a genitália podre do irmão. Iankopoulos então golpeara o padre e gritou:
- Quem chamou um padre, porra? - perguntou Iankopoulos.
- Mas você não é cristão ortodoxo? - perguntou Lili.
- Eu não, eu não sou religioso – disse Iankopoulos.
- Porra, você nunca falo – disse Lili.

Iankopoulos se despediu do irmão dizendo:
- As ultimas que ele falou pra mim foram “Porra Iankopoulos, não seja gay, filha da puta!”.

Eles enteraram então o corpo de bartolomeu, onde sua lapide estava escrtio “A DST não o matou, mas foi cortado ao meio. Já ia morrer o filha da puta”.

- Antes ele que nós – disse Lili.
- Que coisa horrivel pra se dizer lili – disse Wizerd.
- Horrivel porra nenhuma – disse Lili.
- Odin tinha planos mais honrosos pra ele do que morrer apodrecendo o saco – disse Ratinho.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Barbie Farrie Toba

Era uma vez uma terra mágica imersa numa ejaculação de alegria, paz, e repleto de criaturas fofas, amavéis e coloridas. Vales verdes, padarias que sorriam. Fadas taradas, ninfas maniacas. Poneis gays e cavalos poçantes. Poças cheirossas e flores fecais...
Bom...Você já deve ter tido uma alucinação testas quando cheirava ou consumia seus coquitéis de heroina. Enfim, não estou aqui para alegar, ou até pré-julga-lo como um drogado, ou vicaido (bem que é provavel), estamos aqui para contar uma história que poderia ter acontecido, ou que deve ter acontecido. Enfim, não sou eu que dito as regras do realismo, e não sou eu que defino o que é verdade. Também não cabe a mim dizer o que é surreal.

Lili, Wizerd e Ratinho estavam queimando e explondido os carros da vizinhança, como habitualmente faziam todas as manhãs de sabado. Ned so os observava com certo disgosto, adimirando a decandencia juvenil dos três...
- Vamos aquela RURAL! - disse Wizerd
- Aquele carro é meu, porra! - disse Lili
- Você tem idade para dirigir? Não sabia que você tinha um carro... - disse Wizerd.
- Quem disse que é meu? Eu roubei, não lembra? - disse Lili
- Hã, agora eu lembro! Você roubou esta rural proximo ao porto, há duas semanas atrás!
- Exato – afirmou Lili.
- Você mudou a cor e a placa para a policia não te encontrar, já que você era suspeita de trafico de drogas e de dirigir embreagada – disse Wizerd.
- É...Talvez... - disse Lili receosa.
- Você também atropelou 4 pessoas na calçada, há ainda um pouco de sangue no parachoque – disse Wizerd.
- Podemos continuar explodindo os carros, por favor? - Disse Lili nervosa.
- Mas você ainda transou dentro do carro com o... - Wizerd quando iria continuar a falar, Lili apontou uma lurguer contra sua cabeça e disse:
- Vamos continuar a explodir outros carros, está bem? - disse Lili com essa reação adrupta.
Wizerd sorri e diz:
- Isso é bem elouquente, eu diria – diz ele meio nervoso, pegando a bico da arma, e calmamente tirando a arma de sua cabeça.

Então ratinho, ignorando o que se passou entre Lili e Wizerd, pegou um explosivo e colocou numa kombe colorida e meio velha, que aparentava ser castigada por algumas ferrugens. Instalou os exploxivos, e foi em direção aonde Lili e Wizerd estavam escondidos.
- Já instalei mais explosivos, Lili! - disse Ratinho fazendo abistinência.
- Certo, qual é o alvo, engenheiro Ratinho? - perguntou Lili.
- Aquela “perua” colorida fodida – disse Ratinho.

Lili olhou para a perua, e viu que se tratava de uma lata velha mesmo...Não tinha vidro em algumas janelas, e faltava alguns bancos. Tava mais fodido que cu de puta, tava mais zuado que bebado de final de festa.

- Vamos explodir com essa porra! - disse Lili.
Então eles começaram uma sumária contagem regressiva para executar com aquela perua imunda...
No final da contagem, Ratinho tinha ativado o explosivo (uma banana de dinamite). No mesmo momento em que a Kombe iria explodir, Lokomov se aproximava dela. Antes que eles pudessem perceber a presença dele, a kombe foi arrasada pela carga de dinamite. Os pedaços de sugata, ferro, mutilados pela explossão, chuveram naquele instante para todos os lados. A fumaça molestou o ar por muitos instantes. Lokomov, perplexo, há 10 metros da explosão, gritou:
- Minha perua! - gritou Lokomov.

Lili, desesperada, gritou a Ratinho, Wizerd, e o Ned que estava apenas observando passivamente as explosões
- Vamô embora que a agente tá fodido! - disse Lili agrando Wizerd com muita força

Lokomov olhou então para a sua esquerda, então viu os 4 com quilos e quilos de dinamites e explosivos. Lokomov ficou irado da porra. Então ele gritou:
- Vocês 4, desçam aqui!
Os 4 é claro, não obedeceram. Tentaram fugir até a casa do Ned, porem sem êxito já que Lokomov tinha mandado Ramon para “caçá-los”.
Foram imediatamente levados para a sala da diretoria no Amazon, onde Lokomov, mais calmo do que na hora da explosão, vos dize:
- Eu me desapeguei a matéria algum tempo... - disse Lokomov até ser interrompido por Wizerd...
- Então, so foi uma Kombe, é uma matéria, algo superficial, artificial... - disse Wizerd até que Lokomov ergue a voz...
- Cala boca – Disse Lokomov, calando a topeira – Eu tenho que resaltar que amo o Led Zeppelin, Iron Butterfly, Deep Purple, Pink Floyd, The Doors, Jimi Hendrix, Mutantes e Raul Seixas, certo?
- Certo! - disse Ratinho, Wizerd e Lili juntos.
- Então, naquela perua estava mais de 50 vinis dessas bandas, e esse vinis estão inutilizaveis para sempre! - disse Lokomov aos berros.
- Por que estão inutilizavéis? - perguntou Wizerd.
- Vocês o explodiram seu bosta! Eu tinha o Jimi Hendrix Experience, o L.A woman do The doors, o a In rock do Deep Purple. Eu perdi tudo isso quando você explodiram a perua – Disse Lokomov ainda mais nervoso.
- Mas, agente so explodiu a perua – disse Wizerd.
- Porra, os vinis estavam dentro da PERUA! - disse Lokomov como os olhos sangrando de raiva.
- Mas você pode superar, são apenas matéria e você acabou de dizer que está se desprendendo dela...
- Wizerd, aquilo vai alem da matéria. Vai alem da alma. É musica, men! You know? Ou mais que isso, foi uma vida inteira de perigrinação, drogas, sexo, e essencia. A musica me manteve livre...Uma coleção que demorou 30 anos para ser completa, demorou nem 30 segundos para destrui-la.
- Se agente pedir desculpa, você libera agente? - pergunta Wizerd, exalando sua inocencia pelo falar.
- Não! - disse Lokomov sorrindo – Então, quem vai pagar por esse terrorismo não vai ser so os meus vinis. Blasfemos como vocês poderiam ser condenados as chamas infernais e torturantes das catacumbas! Mas eu darei uma pena muito pior, para vós reles mortais...Vocês irão...Irão...Irão limpar a escola por 3 meses, todos os fins de semana, para pagar com suas transgreções a minha perua e aos meus vinis!
Todos ficaram calados, e Wizerd se mostrou desentendido:
- Não entendi – disse a topeira vil.
- Vocês irão fazer trabalhos comunitários – disse Lokomov com tédio.
Wizerd então arregalhou os olhos e gritou:
- Não, serviços comunitários não!
- Eu prefiro ficar nas catacumbas – disse Lili.
- É por isso que você irão fazer serviços comunitários – disse Lokomov.
- Isso se aplica a nós três? - perguntou Ned.
- Bom, sim. Você foi cumplice do terrorismo, seu comunista! - disse Lokomov.
- Não sou comunista. Eu sou do presidente do Partido Conservador da escola, lembra? - diz Ned com sua voz séria e fria.
- De qual quer forma, você vai trabalhar como um operário, seu reacionário filha da puta! - disse Lokomov.
- De comunista virei reacionário? - pergunta Ned
- Você viu! Nada é imutavel! - disse Lokomov.

Então, Ramon apareçeu na sala, trazendo consigo esfregões, esponjas verdes e podres, e vasouras vagabundas de palha.
- Aqui estão suas armas, começem a limpar a porra do banheiro! - disse Lokomov.

Eles ficam 3 horas agonizantes, limpando o vomito dos outros, e consequentemente, limpando o que vomitavam. Limpavam as fezes encrostadas no teto, limpavam o mijo e a diarrei no chão...

Ned, vomitava num saco, e Wizerd comia o que estava dentro do saco...Bom, acho que vou pular essa parte desagradavel...

Enfim, eles foram limpar o gramado da escola repleto de entulho e lixo. Avistaram então Iankopoulos e Meggie Loo, ambos limpando as arquibancada. Maggie trabalhava lentamente, devido ao suas reações debilitadas pelo vicio em heroina, craque, e maconha. Iankopoulos, fazia o trabalho rapidamente, trajando sua toga grega, a qual encobria parte de seu corpo alto e atlético.
Lili se aproximou do ciclope e da loba maconheira e os chamou a atenção:
- Iankopoulos, Meggie Loo! - Gritava Lili
- Lili? O que faz aqui? - pergunta Iankopoulos.
- Eu estou fazendo serviços comunitários, imagino que vocês estejam fazendo o mesmo.
- Bom, na verdade eu faço serviços voluntários. A meggie loo que está comprindo pena por uso excessivo de drogas e trafico – disse Iankopoulos.
- É...é? Porra, eu nem vendo as minhas erva...Erva não se vendi...Agente transa com as...as...Er...ervas. Entende? - disse Maggie Loo da forma como fala normalmente, exibindo seus olhos chapados e sua cordenação motora debilitada pela coquinha.

-Você me vendeu 5 quilo de maconha ontem, sua puta! - disse Lili.
- Porra, não sou puta! Sou uma...uma vadia das erva...Se as erva quer que eu dê, eu dô – disse Maggie Loo com extrema calma
- As erva quer que você dê pro Ned – disse Lili
- Ixi...Nem se embebedando ele transaria com alguem. Eu sei disso, por que eu já tentei – disse Meggie Loo.
Ned então falou:
- Eu não vou ter relações sexuais com uma loba. É desnecessário, não acham? Irracional também. Libertinagem é para os fracos e decadentes. Reprodução apenas para se reproduzir – disse Ned.
- Bom, não estamos no século XIX, Ned – disse Iankopoulos.
- Tem razão, estamos numa era de inversão de valores. Enquanto todos se rastejam por sentimentalismos que envolvem orgias e bacanais, ninguem quer mais se reproduzir deradeoramente – disse Ned.
- Você já experimentou para criticar? - pergunta Iankopoulos.
- Não sou virgem. Já tive uma relação sexual, há dois anos atrás...Vejam nesse flash back...

Dois anos atrás...
Ned estava entediado como sempre, até que apareçeu uma tigressa, o seduzindo. Ela disse: “Tá com fome?”. Ned, entediado, então vai com leva ela para a cama.
Eles tavam naquela “montada”, mesmo Ned estando dentro dela, sua feição não se alterava muito. Ela gemia, e gritava muito. E Ned so fazia o seu trabalho, bem friamente. Sério, frio, como sempre. Ela saiu insatisfeita da transa dizendo “É grande, não brocha, mas você não tem aquela quimica, entende?”. Ned então diz: “Quimica é uma ciencia que estuda as reações ocorrentes na matéria dentre outras trasnformações, como a mutação por exemplo. Não confunda ciencia com copulação vaginal”

- Você falou isso a ela depois de uma transa? - disse Lili – Você estragou a suruba e ainda fica subjulgando o sexo?
- Bom, você viu claramente no flash back – disse Ned.
- Eu não sei o que é virgem – disse Wizerd.
- Você tem 19 anos, e virgem é o que você é – disse Ned a Wizerd.
- O que aconteceu depois? - pergunta Ratinho
- Bom...Eu copulei umas três vezes...Ela reclamou que ficou gravida, então eu disse a ela: “Não fui eu quem insistiu em se reproduzir. Agora você deve escolher entre abortar ou cuidar deles sozinhos, pois eu não vou ajudar pois não me é coveniente no momento. Aliás, eu sou contra o aborto, mas se for conveniente para sua baixesa moral, pode abortar” - disse Ned.
- Você é um grande filha da puta – disse Lili – Você nem resistiu quando ela te levou para cama.
- Ela era uma tigresa. Agi de forma racional, ou seguindo minha natureza. Se tem uma tigresa fértil, é isso que eu devo fazer. É mais racional que a senhorita transar até com rott waier – disse Ned.
- Eu nunca transei com Rott waier! - gritou Lili.
- Eu não estaria convicto disso – disse Ned mostrando um video “comproemtedor” no youtube.
Lili pegou o MP6 de Ned, e o esmaga. Wizard então faz outra pergunta futil:
- O que é aborto? - pergunta o ingenua e burra topeira.
- É o seguinte: você pega um alicate enorme, e enfia na boceta da desgraça. E começa a puxar, até defecar sangue. Você mutila a criança até sair as tripa, os pedaço, e os indestino – disse Lili, aterorizando Wizerd.
- E...Isso doi? - perguntou Wizerd aterorizado.
- Não, mas assassina o português – diz o Ned.
- Não sei, nunca fiz isso antes...Deve doer mais na porra do parasita dentro de você do que na vadia que engravidou – disse Lili.
- Mas você já abortou antes – disse Ratinho.
- Cala boca! - apontando uma adaga para o Ratinho.

O silencio estupra a paisagem por alguns momentos, até que Lili ousou molestar o mundo que parecia dormente:
- Bom, vocês já limparam tudo ai? - perguntou Lili
- Já, so falta mais um pouco...Depois vou mostrar algo para vocês – disse Iankopoulos, olhando profundamente para todos com seu único e grandioso olho verde.

Todos esperaram por Iankopoulos limpar o restante da arquibancada do estádio da escola. Após comprir suas tarefas, Iankopoulos, o gigantesco ciclope, os levou até uma arvore majestosa, repelta de grandes raizes e galhos que destripavam o céu azul. O verde de suas folhas era o sangue derramado de sua beleza.
Então Iankopoulos diz a todos com sua voz grossa e marcante:
- Esta arvore se chama Yggdrasil, e na mitologia nordica, esta arvore está no centro do universo, suas raizes estão no inferno nordico, seu tronco está no mundo dos homens, e seus topo, onde toca no sol e na lua, está Asgard e Valhala. Mas não viemos glorificar uma metafora viking, estamos aqui por que essa arvore também tem um portal, que pode nos levar para qual quer lugar.
- Essa arvore nos leva para um boteco? - perguntou Lili.
- Bom, o portal é como Stargate – disse Iankopoulos.
- Stargate? Adoro essa série. Tenho todos os episodio gravado em DVD! - disse Wizerd.
- Então...Nos não escolhemos aonde ir, é o portal que nos leva aonde for conveniente – diz Iankopoulos.
- E aonde está essa porra...Essa parada psicodelica? É uma viagem boa? - pergunta Meggie Loo.
Iankopoulos então responde:
- Logo depois das Nornas, estas três irmãs...a do meio é a mais gostosa...Verdandi...Ja comi ela algumas vezes. Você verá junto dela uma velha, ela se chama Urd. Nem tentem conversar com ela, alem de ser chata pra cacete, vocês disperdiçam 3 horas para ele falar toda a vida dela, sabe como são os veios...Skul é gostosinha, so que ela nunca quis ficar comigo – disse Iankopoulos.
Eles se aproximaram de um feixe azul de luz, ao que aparentava ser o portal, obviamente. Então, como Iankopoulos disse, as três mulheres estavam proximas ao portal. Quando Iankopoulos se aproximou de Urd, uma velha grisalha, ela gritou aos montes:
- Seu bosta, você disvirginizou a Verdandi! - berrou a velha
- Oia, Urd, ela já deu para cada duende, anão, ou para qual quer noruegues com pinto que viu pela frente! Acho que deu até para Loki – disse Iankopoulos.
- Ah, não, não blasfeme minha irmã. Na minha época...
- Urd, eu não quero o ouvir a porra do passado. Quero ver como está o presente – disse Iankopoulos com um sorriso maliçioso.
Foi então em direção da fogosa Verdandi, uma sueca boa, que dá para alimentar qual quer libido, que dá para alegrar qual quer luxuria. Nua em pelo em cima de uma pedra com musgos. Pele pálida como as flores brancas, cabelos loiros, bons seios (naturais ainda), e pentelhos castanhos.
- Iank, quem são seus amigos? - pergunta ela com sua delicada voz.
- Verdandi, esses são Meggie Loo, Wizerd, Ned, Ratinho, aquela ursa grandona é Lili – disse Iankopoulos apontando para todos.
- Iank, por que você não deixa eles para eu me divertir contigo? - diz Verdandi com aquele corpo sedutor, apertando seus melões.
- Hãn...Agente já se divertiu semana passada – disse Iankopoulos.
Ela ficou cabesbaixo e decepcionada. Então Iankopoulos avista Skuld, mais velha que Verdandi com menos libido. Calcaciana como o resto das irmãs, era ruiva, usava oculos, calça jeans. Timida, virgem e séria, três palavras que a definiam.
- Iank, vai ser intrigante o futuro de vocês depois de adentrar neste portal – disse Skuld.
Eu esqueci de mencionar que ela prevê o futuro. É uma vidente, you know?

A curiosidade de Lili a esfaqueia antes que eles entrassem no portal. Longe das três irmãs ela pergunta a Iankopoulos:
- Você faz trabalho voluntário na escola para ter sexo selvagem norueguês?
- Não é so pelo sexo selvagem norueguês, é também pelo portal, ele pode te levar num dia para um lugar que so tenha mulheres, ou te levar para um lugar que so tem vulcões...Pode te levar para qual quer lugar do mundo, ou até te levar para outra epoca. Pode até de levar para outra dimensão – disse Iankopoulos.
- Por que Skuld é ruiva? - pergunta Lili.
- Bom, daí você quer saber por que Verdandi é loira. É muito simples. Verdandi é uma gostosa sueca e Skuld é uma virgem timida norueguesa. Norueguesas são ruivas e suecas são loiras, pelomenos eu acho – responde Iankopoulos.
- De que país é a Urd? - pergunta ela novamente.
- Islandia, talvez. Mais uma pergunta? - pergunta Iankopoulos um pouco inpaciente.
- Esse portal é um portal para o espaço tempo, so que “the ofe best”? - pergunta Lili.
- É, pode ser. Podemos entrar logo nessa porra? - pergunta Iankopoulos.
- Tá, tá, apresado! - disse Lili.

Então, ao adetrar no portal, eles apareceram numa terra colorida, com pastagens verdes, fadas e duendes...
- Aqui é gay, puta que pariu. Vou embora – disse Lili. Então se virou, e viu que o portal não estava mais lá.
- Agora já é tarde. O portal so vai se abrir novamente daqui algumas horas – disse Iankopoulos.
- Ah, que bom. Estou presa com uma viciada, um ciclope, com dois roedores fedorentos, e um felino reacionário. Para piorar, estamos numa merda de mundo colorido – disse Lili.
-Ah, não é tão ruim. Já parei em dimensões piores...a dimensão dos telletubies é mais decadente e depresiativa que esta – disse Iankopoulos.
- Eu gosto de telletubies – disse Wizerd.
- Você gosta de qualquer bicho assexuado, bicha, e colorido – disse Lili.
- É verdade! Hei! - disse Wizerd aborecido.

Então Ratinho disse ao grupo:
- Por que nos não nos abrigamos naquele castelo? - perguntou.
- Vamos entrar num estabelecimento que simboliza o despotismo monarquico? - pergunta Lili.
- Isso – afirma Ratinho
- Num castelo que cada tijolo que o contrui foi com a exploração da prole para satisfazer o horrendo absolutismo do rei? - pergunta Lili.
- Exatamente – disse Wizerd.
- E esse lugar é dominado por uma monarquia feudal, fundamentada em conceitos arbitrários e repulsivos? - pergunta Lili.
- É – responde Ratinho.
Lili fez um pouco de silêncio, e respondeu em seguida?
- Ah, por que não? Vamos pessoal, talvez o dono do castelo nos reçeba bem – disse Lili.

Então o grupo segue em direção ao castelo erguido por pedras robustas e torres milenares. Eles se aproximam de um extenso fosso, e são parados por dois guardas...
- Alto, quem vem lá? - perguntou um dos guardas, coberto por seu metal, suas amaduras, e armas.
- Bom...Somos plebeus que gostariamos de ver o rei – disse Lili.
Os guardas olhavam para a Topeira, a Ursa, o tigre, o ciclope, a loba maconheira, e o rato verde e amarelo.
- Lamento, mas vossa majestade não permite a entrada de Hippies, comunistas, ou revoltosos – disse o Guarda.
- Mas cara, eles não são o pessoal que o rei chamou? - perguntou o outro guarda.
O outro guarda confuso, perguntou:
- Ele convocou plebeus para o que?
- Não são plebeu, são cavaleiros! São soldados contratados – disse o outro guarda.
- É claro, é exatamente quem somos – respondeu Iankpoulos – Né, Lili?
- Ah, sim, e eu sou a mais valente e forte – disse a Lili.
- E por que trazem roedores consigo? - perguntou o guarda
- Ele é um prisioneiro...Ele é um subversivo perigoso que nos vamos prender nas catacumbas.
Então os guardas deram ordens para abrir os portões do castelo, e disseram:
- O rei vai ficar feliz por vocês prenderem mais um subversivo em seu reino. Mas o que ele fez? - perguntou o Guarda.
Lili astutamente respondeu:
- Ele fez uma greve nos campos de trigo!
- Malditos socialistas! - disse o guarda.

Com êxito eles entraram no castelo, e Wizerd chorando, disse a Lili:
- Eu não sabia que eu era um subversivo – disse ele lagrimejando.
- Você não é subversivo, eu so falei isso para agente entrar no castelo, seu burro! - disse Lili.
- Então quer dizer que vocês inventaram tudo? - pergunta Wizerd mais calmo.
- Sim
- Guardas, eu não sou... - berrou Wizerd até Lili cala-lo
- O filha da puta, quer nos delatar? X9 da porra! - disse Lili.
Então um guarda, trajado de uma colorida, espelta e gay, se aproximara do grupo, estranhado pelo grito de Wizerd.
- Algum problema que costaria de nos relatar, pequena topeira? - perguntou o guarda
- É que ele é retardado, sabe? - disse Lili.
- E que um retardado faz no castelo de vossa majestade, William Fuckenbech V?
- E o que um homem calcaciano, com roupas gays, uma postura baitola, faz num castelo medieval como este? - perguntou Lili.
- E quem pensas que é para me chamar de baitola? So por que eu nacestes em portugal? - perguntou o guarda.
- Nada contra os portugueses, mas vocês são cuzeiros imperialistas, que estupraram os mares atrás de ouro para comer bocetas de indigenas. E que mais tarde se tornou um pais famerico e decadente, com decadas de ditadura de Salazar – disse Lili.
- Bom, ao menos vós não seres espanhóis, são? - perguntou o guarda portugues.
- Não, ninguem aqui é catalão, espanhol, ou basco – respondeu Iankopoulos.
- Que bom. Se fossem espanhóis seria muito diferente. Não gosto de espanhois – disse o Guarda.
- Por que? - perguntou Ratinho.
- Ano passado, eu estava indo para Bahia, até que o espanhol me dizestes: “Eu vou estuprar uma india mais gostosa que a tua. Vós veras isto”. Então não é que o filha da puta tava montando numa guarani vadia? O espanhol roubastes minhas india vadia. Outro dia, na cama, eu oferecestes pra ele meu bacalhau. Mas ele não aceitaste o bacalhau, disse que so vazia anal. So cuzeiro da porra que dispensa o meu bacalhau – disse o portugues.
- O que faria se nos fossemos espanhois, hipoteticamente falando – pergunta Ratinho.
- Tu visestes uma boa pergunta. Então, eu pegaria vós pelo rabo, enfiaria uma haste bem fundo no reto, cortaria sua pele, e tu iria me ver me vestindo com sua pele. Com vossos ossos daria um bom colar – disse o portugues.
- Isso não seria muito bonito. Nem muito divertido – disse Ratinho,
- Divertido so pra mim, por que tu não iria parar de chorar. Bom, desculpa pelo recentimento, podem passar – disse o portugues.

Então se retiraram do saguão amedrontados por serem interrogados por uma guarda portugues de sexualidade duvidavel. Iankopoulos carregava emcima dos ombros os roedores Wizerd e ratinho, Meggie Loo andava lentamente, com sua postura sossegada, preguiçosa, e dopada. Lili andava junto aos outros pelas escadarias do castelo.

- Hoje já fomos parados por guardas que nos achavam comunistas, e outro guarda, extremamente gay, que tem aversão e xenofobia aos espanhóis. Mais algum acontecimento vai nos foder hoje? - perguntou Lili.
No insante em que ela falastes isso, deu para ouvir do alto da escadaria, uma discusão entre um homem idoso e uma jovem que abusava de roupas rosas.
- Pai, eu quero outro unicornio! - disse a vadia de rosa, acima da escadaria, gritando em uma voz irritante e patetica.
- Você já tem 15 unicornios! - disse o homem idoso, com vestes nobres.
- Você não me ama né? - perguntou a jovem futil.
- Olha, você é uma porra de uma princesa. Tem tudo que quer, tem dezenas de unicornios, e tudo o que você pensa é nessas merda de bicho filha da puta! - disse o homem idoso.
- Eu não passei 5 anos da minha vida em etiqueta para ouvir isso de vós, meu pai – disse ela.
- Eu não criei você para pedir mais ouro a cada dia – disse o homem idoso.
- Lembrei... Pai, tem muito pouco diamantes na meu quarto – disse a vadia.
- Dez operários morreram nas minas so procurando essa merda de diamante, morreram 20 operários semana passada por que você pediu duas vezes para procurar ouro, e morreu 12 soldados por que você quis matar um dragão, so por que ele não era rosa – disse o velho enfurecido.
- A morte de plebeus, soldados, é que me mantem na moda, é que me mantem bonita e reluzente! - disse a vadia – Agora, mande trazer mais ouro.
- Não vou fazer isso. Você já tem um quarto repleto de jadi, dinamante, ouro e afins. Se contente com que tem! - disse o nobre idoso.
- Você não me ama, eu te odeio, seu velho brocha! - disse a vadia, correndo chorando ao seu quarto.
Então o nobre desceu as escadas, e avistou um ciclope segurando dois roedores, uma ursa enorme, e uma loba fumando uma bazeado muito louco...
- Vocês devem ser os cavaleiros – disse o velho.
Eles se entreolharam e disseram:
- Claro, concerteza!
- So não esperava essa loba – disse o velho homem – bom, eu to precisando disso – disse o homem nobre pegando o bazeado da Meggie Loo.
- Você é? - perguntou Ratinho em cima dos ombros de Iankopoulos.
- Sou o Rei William Fuckenbech V, senhor do condado da antiga Wolfengrass, que hoje se chama Farrie Tobia...É um nome baitola, eu sei, não fui eu que escolhi. Na verdade se eu não mudasse o nome do condado a vadia de minha filha não me deixaria dormir
- Perdão vossa machestade, mas aquela vadia que estava berrando com vós era sua filha – perguntou Iankopoulos com bastante calma e sutileza.
- Sim, e ela não é uma vadia, mas sia uma cuzeira, um fardo para toda a familia real deste condado – disse o Rei fumando o bazeado de Meggie Loo – Esse bazeado é bão, to sintindo uma onda...Ele é da colombia?
- Sim...Ma...Machestade – disse Meggie-loo cheirando uma uma cocaina de cor roxa.
- Eu to precisando dessas coisas para me alcamar. Os ultimos anos foram piores que os outros. E é por isso que vos chamei, venham até a minha sala de estar, e vos explicarei tudo – disse o rei desamparado.

Eles então chegaram a uma sala grande, com muitos moveis modernos, inclusive uma tv de 24 polegadas widescreen.
- Porra, eu pensei que agente tava na idade média! - disse Lili.
- Estamos na idade média, mas o dinheiro compra até o que não foi inventado ainda – disse o rei – Então, vejo que me mandaram copetentes cavaleiros para a tarefa.
- Que tarefa? - perguntou Wizerd.
- Bom, vocês estão aqui para um missão muito vital e relevante. Barbie, minha filha, está pior do que há 6 anos atrás. Ela já é adulta, e se comporta como uma adolescente futil, escuta Nxzero, e todos os dias está pedindo outro cd de funk, axé, e emocore. Todo dia ela quer mais fadas...Tivemos que perder 3 equitares de safra de trigo para ela ter um lugar aonde se masturba ouvindo simple plan! - disse o rei.
- Isso é terrivel – disse a Lili.
- Ela é uma bosta. Você vieram das diferentes partes da europa para eliminá-la, sequestrá-la se for mais conveniente. Levaram ela até o castelo do Hellvium, há 130 milhas daki, convenceram o dono dela a mante-la presa lá por toda a eternidade, para que minha filha mais velha, e responsavel, seja a unica herdeira do trono de Wolfengrass – disse o rei.
- Não é “FARIE TOBIA”? - perguntou Wizerd.
- Quando vocês raptarem-na, aqui voltará a ter o mesmo nome de outrora, nos anos ancestrais, onde o reino era o maior produtor de cevada da região – disse o rei.
- O que aconteceu com a cerva? - perguntou Lili.
- Ela ordenou que fechassem as cervejarias para contruir salões de beleza e shoppings – respondeu o velho rei.
- Puta que pariu, eu vou mutilar essa vadia! - disse Lili.
- Podem fazer o que quiser com a Barbie – disse o rei.
- Mas ela não é sua filha, por que vai fazer isso com ela? - perguntou Ratinho.
- Bom, não contem isso pra ninguem...Ela é filha de outro homem que trepou com a minha mulher. Filha legitima que eu tenho é a Beatriz. Eximia sociologa e economista. Essa Barbie é um fardo, que enriqueceu com os filmes que fez, os bonecas que vendera, e as futilidades que fizera – disse o rei.
- Nossa misão então é sequestrá-la, e depois sumir com ela? - perguntou Iankopoulos.
- Exato – respondeu o rei
- Isso é um cumplô para beneficiar sua filha beatriz? - perguntou Lili.
- Sim, ela não é bastarda como a Barbie – disse o rei.
- E se nós negarmos prestar este serviço, majestade? - perguntou Ned.
- Bom, eu terei que decapita-los – disse o Rei.
- Isso é uma condição trástica e arbitrária, não acha senhor? - perguntou o Ratinho.
- Bom, o fardo irá valer a pena – disse o Rei tirando sacos de couro de suas vestes. Ele os abriu, revelando 1 quilo de ouro em cada saco.
- Isso é lindo – disse Lili hipnotizada.
- Vocês russos gostam de ouro para se encher de vodka. Isso será muito util. Como se chama ursa – perguntou o rei.
- Nika Patayska Nikolova...Como sabe que sou russa? - perguntou Lili.
- Uma ursa branca carregando uma vodka velha no pelo com um maço de charutos cubanos. Isso é um bom indicio – disse o Rei.
- Tens razão...Bom vou apresentar o pessoal... Esta topeira diminuta é Wizerd Joe Koller Wells - o bastardo irlandes, este é Iankopoulos, o “senhor de um olho”, esta é Meggie Loo, senhora das ervas, este é Ned “a traça de livro” e aqui este é Ratinho, sobrevivente de chernobyl.
- Prazer Nika, Wizerd “o bastardo irlandes”, Iankopoulos, Meggie Loo, Ned e o sobrevivente radioativo – disso o Rei.
- E eu não sou traça de livro! - disse Ned.
- Bom, e eu não sou cdf – disse o rei.
- Perai ai, eu não sou de chernobyl – disse Ratinho.
- Um rato verde e amarelo...Eu tenho minhas duvidas – disse o rei – Então, eu não tenho um saco para pagar Meggie Loo, porem a senhorita não sairá de mãos vazias. Quero três quilos de maconha, natural e limpa.
Meggie Loo então pegou de seu pelo, 3 pacotes verdes, embalado por um plástico com o desenho da folha de canabis sativa.
- Aqui está senhor, cuide bem das minhas filhas. São ervas muito...muito...saudaveis – disse Meggie Loo.
O rei riu e disse:
- Ele é tão viciada que considera suas ervas suas filhas, essa é boa. Você é traficante de outro condado? - perguntou o Rei.
- Sim? - diz Meggie Loo.
- Você deve ser do condado vizinho. Barbie acabou com todas as plantações de canabis sativa e tabaco do reino, para construir lojas de vestidos – disse o rei.
- Maldita! - disse Meggie Loo.
- É inpressão minha, ou o senhor está nos incentivando a ter odio de sua filha, para que realizemos o trabalho? - perguntou ratinho.
- Por parte, sim. Mas ela realmente fez isso, olhem pra janela – disse o rei. Então todos olharam pra janela. O ceu repleto de fadas vadias, duendes gays, e equitares de shoppings, lojas...
- Isso é horrivel! - disse Iankopoulos.
- O que vai dizer quando Barbie “sumir”? - perguntou Lili
- Esta tudo planejado. Você a sequestram, e então minha filha vai assumir a herança real, pronto. E se Barbie tentar voltar para o castelo, a ordem é executa-la imediatamente. Se eu ela voltar ao castelo, quem vocês vão morrer no lugar dela – disse o rei.
- Bem pacifico o senhor – disse Iankopoulos.
- Obrigado, Iankopoulos, “o senhor de um olho” - agradeceu o rei.
- Você vai nos pagar após a captura e o sequestro? - perguntou Ned.
- Sim,
- E como nos vamos sequestrá-la de forma mais discreta possivel? - perguntou Lili.
- Ninguem aqui gosta dela, exceto sua mãe, e algumas fadas. Se a minha esposa não estivesse viva, Barbie já teria sido empalada pelo rabo pelos guardas – disse o rei.

Então eles se despediram do rei, e então improvissaram um “modo” para sequestrá-la...
- Olá, nos somos o disk diamantes. Nos trouxemos a mercadoria da senhorita – disse Lili vestida com uma roupa de carteiro.
- Então podem subir com a mercadoria – disse a Barbie.
- Senhorita Barbie...
- Princesa Barbie...
- Então, princesa, nos queremos que você veja a mercadoria que está lá embaixo, para ver se não houve um erro de transporte. Pode ocorrer que nós transportemos rubis sem querer – disse Lili.
- Não ligo. Mandem os rubis e diamantes assim mesmo. Eu não quero descer, vai fazer mau as minhas pernas – disse a Barbie.
- Mas senhora, adorariamos que descese, temos um presente de princesa – disse Lili.
- Se é presente de princesa, você me devem carregar lá embaixo – disse a Princesa.
Lili perdeu a paciencia e disse:
- Oia, sua filha da puta, eu não sigo ordens de vadias como você – disse Lili.
- Mas que audacia, me chame de vadia de novo! Plebeia vil! - gritou ela.
Lili então a agarrou, amarrou sua boca e encheu ela de porrada, até ela ficar inconsciente. Jogou o peso morto da vadia numa carroça, e dentro da caroça estavam Ratinho, Meggie Loo, e Wizerd. Iankopoulos e Lili (os mais fortes), estavam puxando a carroça.
Então os guardas o pararam, e revistaram a carroça. Cobriram o corpo de Barbie, inconsciente pelos golpes na cabeça, com milho e arroz.
- São apenas camponeses, deixem passar – disse o guarda.

Então, eles andaram o dia inteiro, até fazerem acampamento ao pe de uma arvore. O dia foi muito calmo, e cansativo, pois andaram 18 milhas.
Descansaram, e tiveram uma noite pacifica de sono, todavia acordaram com algo indesejavel...
- Que nojo. Cade a minha carroça real? Cadê as fadas lindas? Cada os dragões pateticos coloridos? - dizia Barbie aos gritos.
Lili acordou, pegou uma garrafa de Whisky, bebeu metade da garrafa, e disse para os Ratinho, Wizerd, Ned, Iankopoulos e Meggie Loo que acordaram com os gritos da puta.
- É gente vai ser um longo dia – disse Lili tentando tolerar os gritos angustiantes de Barbie.
O grupo andava vagorasamente pela floresta, deixaram a carroça aonde acamparam para não carregar muito pesso, pois já carregavam um fardo muito grande nas costas: Barbie e todas as suas futilidades e demagogias.
- Nos poderiamos deixa-la aonde partimos, invez da carroça – disse o Ned.
- Sabe que é uma boa ideia – so que já andamos 5 quilometros, e eu não quero voltar para pegar a carroça e deixa-la no meio da floresta...Aqui nem tem criaturas sanguinárias para estuprá-la...Isso não teria graça – disse Lili.
- O que vocês estão falando contra mim? - perguntou Barbie gritando como fez em toda a viagem.
- Nos estamos falando como você é uma princesa maravilhosa e celestial – disse a Lili. Iankopoulos tentou evitar o riso, mas em vão.
- Vocês não podem ridicularizar um icone real. Eu sou uma princesa! Princesa! Princesa! Princesa...
- Ela não cala boca? - disse Lili.
- Nos filme ela é bem mais gentil, e grita menos – disse Wizerd.
- Por que eu sou paga para fazer os filmes. Se não agrada como eu sou, eu exigo que eu seja levada para o castelo, imediatamente! - disse Barbie.
Lili largou a vadia no chão e disse:
- São 20 milhas até lá. Seu pai nos mataria se visse você novamente no castelo, mas creio eu que você não vai chegar viva la mesmo. Então pode ir – disse Lili.
- Vocês me sequestram, e não querem me carregar? Meus pés são muito delicados, e eu não vou pisar nesse chão sujo cheio de musgo...São vocês plebeus que tem que pisar nesse chão batizado com sua porquise...
Barbie falava sem parar, e Lili pegou ela pelas costas, e disse a Iankopoulos:
- Ela é chata pra caralho, puta que pariu – disse Lili.
- Não é atoa que o rei quer se livrar dela – disse Iankopoulos.
- Se livrar de mim? - gritou Barbie.
- A não ela não vai parar de falar – disse Lili.
- É blasfemia sugerir que meu pai iria querer se eliminar uma criatura divina como eu! - disse Barbie.
- Eu já vi coisas mais divinas num puteiro – disse Lili.
- Não sou inferior a uma prostituta, sou uma princesa, princesa! - falou Barbie.
- Sim, nos sabemos, você falou isso a manhã inteira – disse Ratinho irritado.
- Mas por que vocês plebeus são ignobéis, não entedem de imediato, blá, blá, blá, blá...
- Essa vadia fala pra caraio, eu vou precisar de muita cachaça pra aguentar ela! - disse Lili.
Barbie ficava se queixando de tudo, de todos, o dia inteiro. Até Wizerd que não apreciava beber, bebeu para tolerá-la. Até Meggie Loo, que raramente se estressava (devido ao fato que suas ervas a mantem calma o tempo todo), fumava mais para ficar tão chapada que nem conseguise ouvir o que Barbie gritava sem parar.
Meggie Loo então fumou tanto, que caiu no chão e desmaiou. Lili, bebada, jogou Barbie no chão e disse a Iankopoulos:
- Está na sua hora de carregar a vadia – disse Lili.
Iankopoulos então colocou ela sobre as costas e ela denovo começou a falar sem parar...
- Olha só, vocês camponeses são decadentes, tem que se drogar para viver, enquanto nos da realeza não precisamos do opio para nos tornarmos grandiosos...
- Olha, eu to cansado de uma voizinha de merda gritando no meu ouvido discursos anti-sociais, angustias adolescentes vis...Eu largo ela e mato ela aqui mesmo! - disse Lili a Iankopoulos.
Iankopoulos carregava a princesa por quilometros, enquanto Lili invejava Meggie Loo, que estava incosciente em suas costas, dormindo profundamente. Ned, aguentou 3 km inteiros, pois teve a execelente ideia de colocar fones de ouvido no ouvido. Ratinho se enchia de vinho para aguentar a mulher, e teve que ficar carregando Wizerd, pois ele desmaiara depois de tomar 3 licores.
- Porra, ele é fraco pra bebida, vai tomar no cu – disse Lili.
- Ao menos ele tá dormindo, e não vai ter que aguentar essa vadia gritando – disse Ratinho chapado e irritado.
- Você não é um cavaleiro, e suponho que quem seja vadia seja sua mãe prostituta que trabalha nos campos – disse Barbie.
- Minha mãe não é camponesa, para seu governo. E sua aversão aos pobres não nos intimida, se você não parar com isso, nos vamos deixar você aqui, no meio da floresta. Nos camponeses podemos sobreviver numa floresta por dia, já que sabemos as frutas que devemos comer, sabemos caçar entre outras coisas. Você não duraria nem duas horas, então veja o cu, vadia lazarenta! - disse Ratinho segurando uma garrafa de vinho.

- Um plebeu tentando dar ordens a mim. E tá bebado ainda... - dizia Barbie.
- Ratinho me passa mais Whisky – disse Lili.
- Você vai beber mais? Mais? Já é sua 3 garrafa em 2 horas! - disse Barbie
- É melhor que te ouvir – disse Lili.

Barbie continuava gritando, Lili já estava muito bebada. Nem conseguia ouvir direito. Iankopoulos estava ainda mais bebado. Andaram umas 15 milhas e Iankopoulos caiu de tanta ressaca. A princesa, tinha caido junto, e na cara na lama. Todos riram extericamente, até Ned riu:
- Foi a melhor coisa que aconteceu no dia inteiro – disse Ned vendo a princesa passar a mão na cabeça, repleta de barro.
- Vocês não vão me tirar daqui?! - pergunta a Barbie.
- Não. Não somos servos, sinto muito – disse Lili. Todos começaram a rir, e Barbie gritava e falava um monte de merdas. Decidiram então acampar aonde Iankopoulos caiu. Iankopoulos tinha acordado, 20 minutos depois. Maggie Loo tinha acordado em seguida. Meio tonto, nauseado, Iankopoulos disse a Meggie Loo:
- Essa mulher tá precisando de umas ervas pra fechar o cu – disse Iankopoulos.
Então Lili pegou uma biblia, arrancou uma folha do apocalipse, e fez um bazeado. Enfiou na boca da princesa, e disse:
- É pra soprar a fumaça depois! - disse Lili.
- Essa porra é horrivel – disse Barbie tosindo... - Estou meio nauseada...
Então Barbie ficou mais lerda, estava sentindo os efeitos da maconha...Agora ela não gritava mais, tinha alucinações frequentes, e estava bem mais sossegada...
- Você é uma topeira...O céu é roxo...Eu quero uma...uma...a não sei... - dizia Barbie rindo estericamente.
- Meggie Loo, de um LCD pra desgraça – disse Lili.
Então eles a drogaram de todas as formas...LCD, heroina, e até absinto.
- Porra, ela vomitou em mim – disse Iankopoulos.
- Ao menos ela não tá gritando há duas horas -disse Lili.
Iankopoulos olhou atenciosamente para a drogada, vestida de vestidos rosa e branco, e então viu os seus peitos enormes...Tava imaginando como era a aranha daquela burguesinha embaixo daquele pano...Iankopoulos então disse:
- Eu vou ver se ela tá bem...Deve ter uma nascente de rio aqui perto, vou me lavar. Vou ir atrás daquela moita com ela... - disse Iankopoulos ao grupo.
- Você acha que eles vão... - disse Ned fazendo um sinal que simbolizava transa.
- Não, Iankopoulos vai estuprar ela. Aquele ciclope é especialista em foder muié chapada – disse Lili.
Ratinho riu e disse:
- Vai ser engraçado se ela se lembrar disso amanhã...

Ficaram a noite inteira bebendo, fumando, e tirando da viola de Lili sucessos do Iron, Motorhead e Ac/dc.
Se passou 7 horas, e nada de Iankopoulos e a princesa drogada. Se passaram 10 horas, e nada deles. Até que Wizerd avista Iankopoulos e a princesa, chapados cambaleando juntos. Um carregando o outro pra não cair. O vestido da Barbie estavam rasgados com os peitos de fora. Iankopoulos então disse pra eles:
- Foi muito dificil, mas eu curei ela da ressaca.
- To vendo - disse Lili.
- Foi bom o bacanal? - pergunta Meggie Loo.
- Não é o que vocês estão pensando – disse Iankopoulos.
- Use camisinha pelomenos. Não é pra você fazer filho nela, é nos levarmos ela até o castelo de Hellvium – disse Ned.
Bom, vamos partir ao meio dia. Preciso dormir para descansar do tranco de ontem – disse Iankopoulos.
Iankopoulos e a Barbie dormiram pessado, e ao meio dia foram acordados. Levantaram, e a Barbie estava alterada, parecia que estava de ressaca.
- Aquela as ervas que vocês me deram ontem eram muito boas. Quero mais! - disse Barbie.
Da noite para o dia, aquela vadia, de uma princessa arogante, se tornou uma burguesinha maconheira.
O dia de caminhada foi muito mais produtivo que o dia anterior, onde todos ficaram depilitados de tanto alcool que beberam. Agora, Barbie é que estava fumando e bebendo tudo. Tava doidona. Quando falava, falava numa voz serena e chapada:
- Eu vejo fadas! Elas costam de dar pra duende – disse a Barbie rindo de suas alucinações.
- Pior que isso não é alucinação, tamos envoltos por um monte de ninfas insignificantes – disse Lili olhandou ao redor, naquela floresta patetica.
- Insignificate? Nós? Olhem pra vocês! - disse uma das fadas.
Quando uma fada voava perto de Iankopoulos, ele a comeu. Todos olharam perplexos para Iankopoulos, e Lili perguntou:
- Você tem algum problema?
- Tem gosto de maçã – disse Iankopoulos.
Então Wizerd abocanhou uma, e disse:
- Essa tem gosto de pure de batata com sorvete!
- Você já comeu uma porra dessas? - perguntou Lili.
- Mas é claro!
- Vocês não podem nos comer, por que nos somos fadas... - disse uma fada antes de ser devorada por Ratinho.
- Essa tem gosto de rosbife – disse Ratinho.

Então eles continuaram o caminhando, desimando populações inteiras de insignificantes ninfas que voavam, estuprando o ar de calmidade. O almoço deles foi isso basicamente, alem do bolo de maconha de Meggie Loo. Para você que não sabe o que é ninfa, imagine sua sogra com asas, com 30 cm de altura, e cantando classicos da disney. Pronto, você terá a definição de ninfa.
Iankopoulos e a Barbie se aproximaram muito depois da noite passada. Eles conversavam bastantante entre si, eles revezavam para contar suas histórias pessoais. Dividiam ópio e bebiam cerveja.
Andaram muito no terceiro dia. No segundo tinha andado apenas 12 milhas, e chegava o final do terceiro dia, e tinha andado 26 milhas. O ritimo foi mais rapido, pois não se embebedaram tanto, e Barbie estava muito chapada para começar a se queixar de algo. O dia foi sem nenhum conflito, tranquilo.
O dia terminou e Iankopoulos novamente tinha pegado Barbie e desaparecido com ela. O paradeiro de ambos durou por 6 horas, até aparecerem no acampamento quando o sol nasceu. Tinham passado a noite juntos e só Odin sabe o que eles fizeram por 6 horas longe do acampamento sozinhos a noite.
O quarto dia de caminhada foi cansativa, porem produtiva. Estavam cada vez mais perto do destino final, como também, Barbie estava cada vez mais doida e chapada. Quando a noite nasceu naquelas debéis matas daquela terra maldita, Iankopoulos pegou a força a Barbie para uma moita a uns 10 metros do acampamento, e a metros de um riacho...Dessa fez era obvio o que eles estavam fazendo pelos gritos que se ecoavam...
- Ah...Quero mais peludão! Oh! - gritava Barbie atrás da moita.
- Eu sou Ian, o rei! - gritou Iankopoulos.
- Você é meu rei...Não para! Não Para! NÃO... - berrava Barbie.

A moita balança compulsivamente, se ouvia muitos berros de ambos, Lili, Ratinho, Meggie Loo estavam perplexos com que estavam ouvindo e vendo. Wizerd não entedia o que se ocorria.
- Iankopoulos está batendo na Barbie? Deve ser por isso que ela deve estar gritando! - disse Wizerd.
- Eu não teria certeza disso... - disse Ratinho.
- Ele tá batendo uma bronha dentro da desgraça – disse Lili rindo.
- Eu vou lá na moita defender a Barbie, ela não pode apanhar de um ciclope... - disse Wizerd indo em direção a moita.
- Não é bem isso que você está pensando! - alertou Ratinho, sabendo que Barbie e Iankopoulos tavam de putaria.
- Claro que é, se ela está gritando, Iankopoulos devem estar brigando. É meu trabalho pacificar os animos – disse Wizerd...

Wizerd foi até a moita, e quando so virou para ver o que eles estavam fazendo lá atrás...Viu Iankopoulos entrando dentro de Barbie e chupando seus peitos. Wizerd saiu aterrorizado, e quando voltou ele estava perplexo.
- Eles tavam se divertindo? - perguntou Lili tentando segurar o riso.
- Não olhem atrás da moita – disse Wizerd com um tom sério.
- Eu disse que era melhor você não olhar – disse Ratinho.

Wizerd apenas olhou com uma atipica expressão facial. Os olhos estavam exaltados e sua expressão não estava expanjando irreverencia como sempre. Estava sério, chocado, e draumatizado.
- Amanhã nós vamos prender eternamente Barbie no castelo de Hellvium, e vamos pra casa – disse Wizerd, draumatizado, embora não entendia muito bem o que Iankopoulos estava fazendo com Barbie.
As sete da manhã, após exaustivas 12 horas de putaria, Iankopoulos saia da moita com Barbie em seus braços, desacordada, e totalmente nua, exceto por algum pano que cobria sua genitária.
Lili olhou para aquilo e disse:
- Foi muito tranco nesta madrugada? - perguntou Lili.
- Ela tava tão doida que jogou botou fogo nas suas roupas – disse Iankopoulos.
- Bom, ela vai pelada até Hellvium. Estamos há 5 milhas de lá, estamos perto – disse Lili.
- É umas 8 milhas na verdade – disse Iankopoulos.
- Como é esse dragão a qual o rei falou? - perguntou Ratinho.
- Eu espero que não seja um dragão noruegues, eles são fortes, robustos, e são indiferentes em destripar, desmembrar, ou mutilar animais de nosso tamanho – disse Iankopoulos.
- Eles não poderiam ser dragões vegans, felizes, e amigavéis? - perguntou Wizerd
- Se fossem assim, eles seriam frescurentos e gays. Porra, um dragão fodão que mata friamente...Isso que é cara macho mesmo! - disse Iankopoulos.
- Preferencialmente que as vitimas mutiladas não sejam nós – complementou a Lili.
- Entre a vida e a morte perante a um dragão, você deve saber se comunicar, utilizar o artificio filosofico do dialago. Dragões não são como trolls que nos espetam primeiro e nos destripam depois. São inteligentes, e podemos evitar muitos conflitos com eles através da conversa – disse Iankopoulos.
- Diz isso agora, por que lá pode ser diferente... - disse Lili.
- Não se preocupe, com minha habilidades milenares nos vamos sobreviver ilesos – disse Iankopoulos.
- Porra, já morri! - disse Lili.

Não demorou muito a se aproximaram do destino final e deradeiro da viagem de cada um daqueles jovens retardados e decadentes. Barbie estava muito doida, três dias direto so fumando, cheirando, e bebendo. Vomitava algumas vezes, todavia estava melhor do que dias atrás quando não parava de torar o saco de nossos amigos com suas futilidades e queixas estéticas modistas.
Ao horizonte se via um castelo batizado em lava, fogo, e um céu vermelho e alarenjado. As labaredas do inferno violentava a paisagem, o fogo dilacerava os sonho dos mais otimistas. O castelo se erguia em suas ruinas de pedra calcária e granito. Os demonios se materalizavam nos olhos da escuridão...Isso não é uma descrição das alucinações alcoolicas de Barbie, ou da overdose de Meggie Loo, é so uma forma poética de descrever a paisagem.

Então quando se aproximaram da ponte que os levavam para o castelo, sobre um fosso de lava e fogo, adruptamente duas labaredas subiram e se tornaram num dragão negro, de 4 metros de altura, asas colosais, bigodes vermelhos e grandes presas.
O dragão então vos disse:
- Quem és vós, jovens deploraveis de terras distantes?
- Porra, “jovens deploraveis de terras distantes”? - disse Lili com deboche.
- Já fomos chamados de vagabundos, cuzeiros baitolas, maconheiros, traficantes, vadios da porra, deliquentes juvenis, bastardos, vis, mas ninguem ainda nos chamou de “jovens deploraveis de terras distantes” - disse Ratinho.
- Eu expero que vocês me contem o motivo, ou o destino que os levou aqui, ou ao contrário eu terei que os expulsar a força – disse o dragão.
- Qual é o seu nome? - perguntou Iankopoulos ao dragão.
- Bromir, o senhor de Hellvium. E vós és Gennedis Iankopoulos, é um ciclope da ilha de creta, presumo – disse o dragão.
- Porra, você é bom! - disse Iankopoulos...
- Você vai me dizer o motivo para estarem aqui. Não gosto que me estorvem – disse o dragão.
- É o seguinte: eu, Lili, e Wizerd explodimos a perua do nosso diretor, so que nos não sabiamos que a perua tava cheio de vinil de Jimi Hendrix e The doors. O lokomov nos condenou a 3 meses de trabalho comunitário. Encontramos Iankopoulos e Meggie Loo na escola, e Iankopoulos nos mostrou o portal interdimencional que nos levou pra essa porra de lugar, e então o rei daqui nos ordenou a levar a porra da sua filha metida, futil, para ser trancafiada no castelo de Hellvium para que sua irmã mais velha, e mais perpicaz assumir o trono – respondeu o ratinho.
- Bom... Se vocês destruisem meus vinis do Led Zeppelin...Vocês teriam um destino pior que a morte – disse o Dragão.
- O que você faria conosco? - pergunta Ratinho.
- Provavelmente arrancaria seu indestino e usava suas tripas para te enforcar – disse o dragão.
- Você é do mal – disse Wizerd.
- Deixa ver se eu entendi...Vocês querem que eu aprisione Barbie em Hellvium? - perguntou o dragão.
- Sim, Bromir, o senhor de Hellvium! - disse Iankopoulos.
- Sinto muito, mas nas chamas de meu reino não labaredam humanóides vis – respondeu o dragão.
- O que? Não...Não entendi o que você falô... - disse Meggie Loo.
- No seu idioma, eu disse que não aceito em meu reino putas humanas – disse o dragão.
- Agora deu para entender, senhor Bromir – disse Lili.
- Podem se retirar, Barbie não viverá aqui. Não obedeço ordens de nenhum rei ou senhor – disse o dragão.
- Porra, não banque o dificil. Se essa puta voltar para o castelo, nos vamos ser decapitados – disse Iankopoulos
- Bom, se insistirem vão ter um destino pior que a morte, você que escolhe – disse o dragão.
- Que tipo de dragão ele é? - perguntou Lili nos ouvidos de Iankopoulos.
- Sou um dragão norugues, meu fogo incedeia as terras gélidas do norte e apodrece os sonhos dos tolos – disse o dragão.
- Já ta se achando já – disse Wizerd.
- Eu não me acho, eu sou. Ao menos eu tenho um passado para me glorificar, enquanto você se rasteja pela desgraça de sua história.

Lili se enfureçeu e então correu até Bromir. Bromir, olhou fixamente para a Lili, sem piscar. Com sua força da mente, decepara parte dos dois braços da Lili. O sangue choveu na ponte do fosse, e Lili, caida no chão, com os membros decepados, diz:
- Você é elfen lied agora? - pergunta Lili agonizando.
- Animes, essas coisas apodrecem a mente dos jovens – disse o Dragão.
- Se eu der minhas erva pro senhor, o senhor não vai nos agredir? - perguntou Meggie Loo.
O dragão olhou para as ervas que Meggie Loo tinha. Aquele odor forte de maconha se exalava no ar quente daquela paisagem morbida e flamejante. O dragão pegou uns dez quilos de toda aquela erva, arrancou uma página de um livro que segurava, e fez um bazeado.
- Bom, essa erva é das boas – disse o dragão.
- E o nosso acordo? - pergunta Meggie Loo.
- Tá certo, ela pode passar! - disse o dragão – Agore deixa eu fumar!
Todos estavam comemorando, felizes pelo êxito da missão, exceto Iankopoulos que estava receoso e cabesbaixo. Então ele disse a Lili, que ignorava o fato de estar perdendo muito sangue, ignorava também a dor.
- Lili, eu não quero deixar a Barbie em Hellvium – disse o Iankopoulos.
- Porra, por que não?
- Esses três dias nós nos aproximamos muito... - disse Iankopoulos
- É claro que se aproximaram muito, não paravam de transar! - disse Lili.
- Mas é que temos tantas coisas em comum. Ela costa de homens altos que usam toca, eu gosto de mulheres que usam vestido rosa, ela é jovem e linda...
- Iankopoulos, você não se apaixonou pela essa piranha, se apaixonou? Porra, so isso que me faltava – disse Lili.
- Mas nos fomos feitos para um pro outro.
- Eu me fodo aqui, um dragão arranca meus braços sem sequer encostar um dedo em mim, e você tá me dizendo que toda nossa viagem foi em vão? - pergunta Lili aos berros.
- Sim!? - disse Iankopoulos confuso.
- Filha da puta, se não tivessem braços eu te sufocava até você morrer – disse Lili.

O dragão olhou para a Lili, e disse:
- Bom, eu posso colocar seus braços de volta – então quando Bromir dizestes isso, seus braços se levantaram do chão e se costuraram sozinhos.
- Valeu! - disse Lili.
- Agradeça a sua amiga, ela me deu uma maconha de boa qualidade, é o minimo que eu posso fazer pela gentileza – disse Bromir.
Lili estava sorridente depois que seus braços magicamente a seu corpo. Então, ela disse a Iankopoulos:
- Eu me esqueci! - disse Lili. Então ela deu uma porrada bem no queixo e nocauteou o pobre ciclope. Barbie ergeu o namorado e o deu atenção.

Wizerd pegou uma meça enorme de seu pelo, com banquete e tudo. Todos estavam comendo e bebendo felizardos. Lili então pergunta a Iankopoulos:
- Como nós saimos dessa merda de dimensão? - pergunta.
- Bromir deve saber... Bromir! - chama Iankopoulos.
- O que? - diz o dragão já chapado e lerdo.
- Como nos saimos dessa porra? - perguntou Iankopoulos.
- Tem um onibus de duendes que passa num ponto de onibus há 2 milhas daqui. Ele sempre desemparaca lá as 7 da manhã. Ele vai te levar a seu destino – disse Bromir.
- Amanhã vocês vão... vão partir! - disse Meggie Loo.
- E você, não vai sua doida? - pergunta Lili.
- Não, eu andei por essa merda de floresta por 4...3 dias...O terreno aqui é muito bão...Vo derrubar metade dessas arvore e criar uma grande plantação de maconha! - disse Meggie Loo.
- Tá certo – disse Ratinho.
- O que aprendemos nesses ultimos dias? - perguntou Lili.
- Aprendemos que vamos fazer o que fazemos todas as noites, tentar dominar o mundo? - pergunta Lili.
- Que os camponeses e plebeus são como Barbie falava no inicio do episodio, vis que tem que se encher de cana para sobreviver? - pergunta Ned.
- Nos aprendemos que nós somos iguais em direitos, e quanto repudiamos nossa vida para nos entregar a maconha?
- Eu não aprendi porra nenhuma, so espero que não considerem essa história uma apologia as drogas! - disse Barbie.

Todos bateram as taças, continuaram a beber, e depois foram dormir. Todos, exceto Meggie Loo, foram até o ponto de onibos, pegaram o onibus das sete da manhã, e voltaram para suas vidas mediocres e maçantes.

Iankopoulos levou Barbie para morar em seu barraco, proximo ao porto. Eles tiveram trigemios. Uma menina com apenas um olho rosa, dois meninos, um com um olho verde, e outro com três olhos amarelos. Iankopoulos nunca chegaria a completar o terceiro ano, já que tinha saido da escola para cuidar da esposa.

Meggie Loo ficou bilionária após desmatar 5 equitares de floresta para fazer uma extensa plantação de maconha. Sua maconha pura e natural se valorizou no mercado negro, e ela se tornou uma das mais influentes traficantes da história. Seu poder foi tanto, que dominou todo o reino de Ferrie Tobia, se tornando ditadora do reino, que se passou a ser a Republica Popular da Canabis. Meggie Loo não curtiu muito todo o poder, o dinheiro, e a glória, pois morreu de overdose aos 27 anos, como a pessoa que mais admirava: Janis Joplin.

Wizerd se tornou milionário após escrever 20 livros sobre conspiração alienigena, com enfase em seu trabalho mais famoso chamado “Os Maias estupravam alienigenas para roubarem seus Ipods”. Ficou rico também com a venda de seu jogo: “Os telletubies e o Mario Super Bros”. Ficou famoso por criar os piores jogos de RPG do mundo, e ganhou o curioso premio de pior literata do ano, o que o orgulhou muito.
Wizerd morreu com incriveis 320 anos, com 50 filhas, 33 filhos, 40 sobrinhos, 66 netos, 86 bisnetos, 102 tataranetos, e 120 tataratataranetos. Detalhe: ele morreu sorrindo.

Lili teve uma vida miseravel, sobrevivendo de bar em bar, vivendo nos piores hoteis da cidade. Abortou umas cinco vezes, e foi esfaquiada numa briga. Aos 30 anos ela teve hepatite, cirosse, e 4 tumores no figado. Com o cancer, ela teve que tomar morfina. Durante um tempo, ela logo se viciou em morfina.
Lili morreu aos 34 anos, de cancer, cirrose e hipatite.

Ratinho herdou de seu pai sua pizarria, e seu grande sonho de se tornar pizaolo chefe se concretizara. Seu filhos também tiveram sucesso nos negocios de pizarrias e cassas de massas. Ratinho foi conhecido também como um vidente, e se expecializou em tarot. Ele morreu aos 189 anos.

Ned também ficou rico, como acionista da Microsoft. Teve seu proprio negocio de investimento, e criou sua empresa de computadores e tecnologia. Acabou morrendo de falencia dos orgãos aos 68 anos. Seus unicos herdeiros foram seus unicos dois filhos, Hamira e Adam Smith (em homenagem a aquele filha da puta liberal).

FIM

- Caraio, esse é o fim? - perguntou Lili.
- Eu acho que sim – disse Ratinho.
- Eu não me conformo com essa porra...veja, eu morri de oitocentas doenças aos 34 anos, isso não é justo! - disse Lili.
- É a vida – disse Wizerd.
- E você que morreu com 300 anos! - disse Lili – Por que uma besta como você vive mais do que eu? - perguntou Lili indignanda
- Talvez por que ele não abusa de excessos em bebidas alcoolicas, sexos casuais, consumo indevido de charutos – disse Ned.
- Não são qual quer charuto não, são charutos de Sierra Maestra, Cuba! - disse Lili.
- Verdade. A unica coisa que eu não destruira em Cuba seria sua industria de tabaco. Aprecio muito os charrutos de lá – respondeu Ned.

- Eu prefiro minhas ervas. Aproposito, muito viajado o final...Eu gostei desse fim...Eu fiquei bilionária e me tornei uma traficante de sucesso – disse Meggie Loo.
- Ele falou o destino de quase todo mundo nessa porra, e por que so falou que o Iankopoulos foi viver numa merda de um barraco com 3 filhos de bosta? O resto? Não diz como morreu, não fala como o que os filhos dele se tornaram...Tá muito mau feito esse fim - disse Lili.
- Não cabe a nós escrever o fim, mas escrever a história quando ela ainda estiver no começo – disse Iankopoulos.
- Inventou de filosofar agora? - pergunta Lili.
- Eu tinha que dizer algo de especial, pois agora eu sou um homem adulto e maduro – disse Iankopoulos.
- Claro que é, você tem 20 anos e ta no terceiro ano do ensino médio! - disse Lili.
- Mas sobre o fato de não mostrar a data de meu falecimento, ou o meu futuro com mais detalhes, é que meu amor com Barbie me tornou imortal, gente! - disse Iankopoulos.
- Foi uma das colocações mais gays desse livro! - disse Lili.
- Isso foi tão bonito – disse Wizerd lagrimejando de inutil emoção.
- Em falar nisso, como estão seus filhos, Iankopoulos? - perguntou Ratinho.
- A menina eu chamei de Meggie em homenagem a Meggie Loo, o meu rapaz de três olhos eu chamei de Ian, e o meu menino com um olho só eu chamei de “Gillan” - respondeu Iankopoulos.
- Os irmãos “Ian Gillan”? Você não tem noção mesmo – disse Lili.
- Deep Purple é a banda a qual eu nasci ouvindo e vivendo. Por que não batizar meus filhos com os dois nomes do vocalista fodido deles? - perguntou Iankopoulos.
- Vai ser curioso nos encontros de familia...Eles vão fazer uma dupla sertaneja? Ian e Gillan? - perguntou Lili.
- Quando você tiver mais filhos com a Barbie, chame um filho de de Jimmy e outro de Page. Você terá outra dupla! - disse Ratinho.
- Boa ideia cara! So que vai ser foda se agente tiver mais dois filhos...Três já ta bom depois de três dias inteiros so na putaria – disse Iankopoulos.
- Transou com ela quando ela tava gravida? - perguntou Lili.
- Claro, comi ela 6 vezes em 6 meses! - disse Iankopoulos.
- Você é uma expecime de ninfomaniaco, alguma coisa assim? - perguntou Lili.
- Não, o problema é que eu tenho uma tara por loira de vestido – disse Iankopoulos.
- Vai haver casamento? - pergunto Meggie Loo.
- Sim, e você vai ser a madrinha – disse Iankopoulos.
- Po...Porra. Que...Viagem, men! Eu posso finaciar o casamento...Ja estou cheio do cu de grana, you know? - disse Maggie Loo.
- Agradeço muito, pois eu e a Barbie estamos sem nenhum dinheiro – disse Iankopoulos.
- Ah não é problema. Toma essa merda! - disse Meggie Loo, tirnando do pelo umas três barras de ouro.
- Valeu Meggie Loo, como posso te agradecer? - perguntou Iankopoulos.
- Se você se tornar meu socio dos negocios da minha fazenda de bazeado, tu vai poder morar num lugar melhor do que aquela porra de barraco no porto – disse Meggie Loo.
- Tá certo, eu aceito – disse Iankopoulos.
- Você poderia me ajudar também, né Meggie? - disse Lili.
- Eu não vo...vo...te ajudá! Você sempre me chamou de “vadia maconheira”, “boceta de erva”, “cheiradora de oregano”, Iankopoulos que foi meu amigo de verdade – disse Meggie.
- Não vai levar pro lado pessoal agora, né?
- Toma...Toma essas duas barras de ouro e vá se foder – disse Meggie Loo.
Lili sorriu e disse a Meggie Loo:
- Valeu “vadia cheiradora de coquinha” - disse Lili.
- Viu, eu disse! - disse Meggie Loo.

- Nossa história termina por aqui? - perguntou Wizerd.
- Poder ser... - disse Lili.
- Foi um final feliz? - perguntou Wizerd.
- Feliz? Eu vou morrer aos 34 anos, sem dinheiro, nos piores hotéis da cidade, feliz o caraio! - disse Lili – Todo mundo se deu bem, menos eu.
- Eu também não conformei com meu destino. Como eu posso viver até os 60 anos e o ratinho viver quase 200 anos, se tigres vivem muito mais tempo que qual quer roedor? - indagou Ned.
- A razão não predomina nas histórias insanas de nossa jornada – respondeu Ratinho.
- Essa foi bunita! - disse Wizerd.
- Valeu mano! - disse Ratinho.
- Será que esse livro se tornará um Best Seller? - perguntou Wizerd.
- Não sei, ele é o pior livro que eu já vi, foda é que eu to nele – disse Ratinho.
- Pra mim esse livro vará sucesso como o livro que eu estou escrevendo, que fala que as Mumias do egito é que colonizaram a America do Sul. Michael Jackson foi o ultimo decedente direto dos primeiros colonizadores da America – disse Wizerd.
- Não foram os Ingleses que conquistaram a america? - perguntou Ned.
- É isso o que eles querem que você pense! - disse Wizerd.
- Eles quem, porra? - perguntou Ned.
- Os robos! Os Robos! E o FBI – disse Wizerd.
- Puta que pariu – disse Lili ao ouvir os dizeres de Wizerd.
- O livro se chama “As mumias americanas sugam nossas almas”. O livro é muito triste, pois os indios chegaram em navios e escravizaram, esculajaram as mumias que viviam aqui – disse Wizerd.
- Vai fazer sucesso essa porra... - disse Lili sarcasticamente.
- Sim, eu já estou recebendo muito premios, como o de pior literata da cidade. No futuro eu terei o prêmio de pior literata do ano, pela academia de letras de São Paulo! - disse Lili.
- Que bom pra você. E então, agora que acabou essa merda de ensino médio, o que você vão fazer? Eu, para mudar o destino desse final deploravel, eu vou fazer história, e me tornar professora, daí eu terei ao menos dinheiro pra viver em lugares melhores do que hotéis fuleiros – disse Lili.
- Por que você não vive na rural, você curte tanto ela! - disse Ratinho.
- É verdade – disse Lili.
- Eu nem vou fazer faculdade, vou encher o cu de grana como socio dos negocios ilicitos de Meggie Loo e vou viver numa mansão cheia de armas medievais – disse Iankopoulos.
- Eu vou ter a minha pizzaria em breve, serei um pizaolo chefe. Nunca almeijei a riqueza, so almejo minha cantina de masas – disse Ratinho.
- Eu vou me especializar na industria tecnologia...Vou fazer inventos que vão melhorar o mundo, como a culher! - disse Wizerd.
- Essa porra já existe! - disse Lili.
- A culher que vocês conhecem existe, mas a minha nunca dantes foi vista, pois não foi inventada. Ela se contorçe como matrix, muda de cor como camaleão, e pode ser seu melhor amigo – disse Wizerd.
- Meggie Loo, você não deu nenhuma erva pra ele, deu? - perguntou Lili.
- Não que eu me lembre – disse Meggie – sem drogas esse bicho já é doido, posso sentir na alma dele.
- Imagina cheirando, daí que eu não aguentava essa desgraça – disse Ned.
- Ele já ficou doidão mesmo...Foi naquela festa de 2005. Quando ele mergulhou no ponche, ficou porradão de birita. E depois nos enchemo ele de coquinha...Na festa ele ficou pelado de tanto beber e cheirar. Queimou a roupa e toda a mesada dele...Bons tempos – disse Lili sorridente.
- É eu lembro desse dia, eu acho... - disse Wizerd meio confuso – Eu escrevi um livro de 300 folhas naquela festa – complementa a estupida topeira mostrando um livro de cor verde, com os seguintes dizeres “Seu cerebro é controlado por Amebas super poderosas do arco-iris de dante”.
- Caraio, esse é o titulo do livro? - perguntou Lili.
- Sim. Nem lembro o que fala, mas é muito bom. Eu escrevi em apenas seis horas, e eu fiquei 7 horas naquela festa de 2005 na casa do Doom – disse Wizerd.
- O que vocês vão fazer amanhã – pergunto Lili.
- Vou transar com minha esposa – disse Iankopoulos.
- Se transar demais, tu vai ter mais 6 filhos pela frente – disse Lili.
- Agora é com camisinha. Comprei da Meggie Loo camisinhas com gosto de chá – disse o Iankopoulos.
- Puta que pariu...Chá...Ja passou o efeito das drogas e Barbie voltou a ser aquela vadia chata pra cacete, ou ela tá bem sossegada? - perguntou Lili.
- Mesmo ela estando sobria, ela ta bem melhor do que no segundo dia de caminhada, que ela so falava sem parar. Agora que ela é mãe, tem um maridão gostosão, ela não precisa se queixar mais de nada – disse Iankopoulos.
- Não se acha quase, né? - disse Lili.
- Pergunte isso pra ela, e tire suas proprias conclusões – disse Iankopoulos.
- Amanhã pessoal será mais uma merda de um dia maçante, e nada vai mudar isso – disse Ned.
- É mesmo! - afirmou todos.
- Então vamos embora, eu tenho que tomar meu café da tarde – disse Lili.
- Eu preciso cuidar dos meninos e da minha menina, a tarde é minha vez de cuidar de Meggie, Ian, e Gillan – disse Iankopoulos.
- Nós nos veremos novamente algum dia? - perguntou Wizerd.
- Espero que não – disse Ned.
- Espero que sim. Sempre terei saudades de meus amigos – disse Iankopoulos.
- Nossos filhos talvez estudem no Amazon, e então, será que eles terão as mesmas desventuras que nós? - pergunta Lili.
- Eu não terei filhos, mesmo que esse livro afirme o contrário. E mesmo se tivesse não iria deixar eles estudarem num lugar decadente, como o Amazon – disse Ned.
- Seus filhos vão estudar em Paris, é? - disse Lili.
- Obviamente, ou num internato na Inglaterra – disse Ned.
- Estou feliz em não ser sua filha – disse Lili.
- Eu quero ter filhos, eu vou ser um bom pai – disse Wizerd.
- Vai educar tanto eles, que vão ser retardados como o pai – disse Lili.
- Isso mesmo – disse Wizerd rindo compulsivamente em uma alegria débil.
- Nossos filhos vão passar o que nos passamos, e eu garanto isso – disse Ratinho.
- Eu vou viver um tempo na Irlanda, e depois eu volto a viver aqui em Manaus para os filhos dos meus filhos estudarem no glorioso Amazon! - disse Wizerd.
- Mesmo sendo o colégio mais decadente que já estudei, é o único que me aceitou, e o único que eu não fui expulsa aqui no Brasil, então o Amazon é do caralho! - disse Lili.
- Já conversamos bastante, até, espero não ve-los novamente – disse Ned.
- Desejo isso para você também – disse Lili gritando a Ned, que estava de saida.
- Hoje tem desconto de cerveja no “Bar do Nordico”, leve a Barbie pra lá, Iankopoulos – disse Lili.
- O “bar do nordico” é muito longe de casa... - disse Iankopoulos.
- Eu busco vocês dois! - disse Lili – Meggie, Ratinho, Wizerd, todos estão convidados – disse Lili.
- Eu adoro o hidromel de lá – disse Wizerd.
- So não vai abusar como da outra vez, que eu tive que te carregar por 13 quilometros até em casa... - disse Ratinho.
- Pode deixar, parceiro! - disse Wizerd.
- Mas todos pretendem viver aqui mais uns anos né? Quero continuar a ter esses encontros de bares, botecos até eu morrer – disse Iankopoulos.
- É, eu já to acostumada com a vida noturna nessa merda de cidade – disse Lili.
- Todo mundo vai continuar vivendo em Manaus, exceto o Ned que já deve estar indo num Aeroporto para ir para Paris – disse Ratinho.
- Não precisamos daquele bosta – disse Lili.
- Mas eu gosto dele ... - disse Wizerd – aquela alegria contagiante que ele tem, ele é uma persona extremamente ireverente!
- Até o meu pau é mais irreverente que ele – disse Iankopoulos.
- Eu já vi cadaveres mais alegres – disse Ratinho.
- Parece a rainha Elizabeth, aquela boneca de cera – disse Lili.
- Bom até pessoal – disse Iankopoulos.
- De noite a gente se encontra, eu vou buscar todo mundo na rural, venham com dinheiro de preferencia – disse Lili.
- É tudo por minha conta! - disse Meggie Loo.
- Isso ae! A ricona cheiradora vai pagar tudo! - disse Lili.
- Para de me chamar de cheiradora ... - disse Meggie Loo.
- Mas você é, porra! - disse Lili.
- Acaba logo com essa porra! - disse Iankopoulos.

FIM

- A história acabou? Alguem?...Alguem? É eu acho que acabou... - diss Wizerd.