Você deve estar a par dos cliches eternos que molestam os anos, dos cliches imutaveis e até comicos de filmes de terror como premonição...A gostosinha sabe quando e como alguem vai morrer, tenta evitar isso, mas acaba se fodendo também.
Bom, imagine que algo similar irá ocorrer com os mais proximos de Wizerd, Lili, Ratinho e Ned, so que ao contrário de uma gostosinha que vai se preocupar salvar os outros, não teremos vilões ou herois na história, pois não somos ianques que desejam exaltar a visão de um so personagem, não criamos nenhum heroi, ou vilão, pois no final, todos são antagonistas cuzeiros e ninguem é um demonio se fantasiando de autroista.
Era uma vez na porra do onibus que levava os deliquentes pra escola...
- Mais um dia de merda – disse Lili.
- Bom, não fede tanto quanto o outro dia – disse Ned.
- A existencia realmente se baseia em fezes? - perguntou Ratinho.
- Para o Wizerd sim – disse Ned.
Disse Ned observando Wizerd brincando com um pedaço de esterco.
- Me referi ao fato de vocês sempre estarem dizendo “mais um dia de merda”, “mais uma bosta de um dia” e afins – disse Ratinho.
- Então vocês deveriam ler o meu livro, “A dicertação das fezes”, é um livro ótimo pra quem quer começar a entender a merda. Pois eu a entendo como se fosse meu irmão. Ela nasce de mim, cheira pior que eu, e me diz o meu passado – disse Wizerd.
- Bom, pra mim merda é o que o meu rabo vomita – disse Lili.
- Vocês so vão falar de merda agora? - perguntou Ned – Nossa vida já é uma merda e vocês vão falar de fezes? - perguntou Ned.
- Isso é bom, pois a merda é que muda o mundo! É que fertiliza os campos da imaginação e nos faz sorrir – disse Wizerd.
- Sem contar que o cheiro de esgoto faz bem pra você, né Wizerd? - perguntou Ned.
- Sim. No livro da “Disertação das fezes” eu reflito sobre as questões complexas do que as fezes englobam. Por exemplo, as fezes saem do humano para brilhar em sabedoria, vocês sabiam? Esgotos deveriam ser apreciados mais que bibliotecas, pois lá ta o conhecimento. Se você comer as fezes de um genio você ficará tão inteligente quanto ele – disse Wizerd.
- Ned, quando você fizer o numero dois, aperte a discarga – disse a Lili.
- De uma pergunta coerente do Ratinho, nos estamos falando de esgoto agora? - perguntou Ned.
- Oras, lá so tem merda, logo aqueles que a frequentam são sábios! - disse Wizerd.
- Baratas e Ratos são filosofos agora? - perguntou Lili.
- Claro. Olha o Ratinho por exemplo...É uma das pessoas mais inteligentes que conheço e ele é um rato, um rato de Chernobyl.
- Ah...Estou muito lisongeado. Hei, eu não sou de Chernobyl e dessa vez eu posso provar...
Antes do Ratinho podese provar qual quer coisa, o Onibus que estava no ar a mil por hora derrapou na pista, jogando muitos pra fora do onibus pelas janelas. Muitos ficaram com estilhaços de vidros cortando a pele, os olhos e a alma. Lili, Ratinho, Ned, Wizerd saltaram do onibus a tempo, antes que eles coledise numa arvore e explodise como uma ogiva em chamas.
- Quem ainda tá no onibus? - perguntou Lili.
- O arco-iris, todo o segundo ano, alguns ciclopes da oitava série... - disse Ned.
- Devemos ajuda-los a sair do onibus, eles devem estar presos nas ferragens do onibus – disse Ratinho preocupado e deseperado.
- Não – responderam Lili e Ned.
Ratinho teve um segundo de reflexão e respondeu:
- É tem razão, se foderam, vamos embora Wizerd – disse Ratinho arrastando Wizerd pra longe dali.
Os 4 ficaram com ferimentos leves, com alguns arranhões e pequenas queimaduras. Já um ciclope que encontraram a 3 metros de onde estava o onibus não teve a mesma sorte...Seu corpo estava cortado perfeitamente ao meio e pior, ele ainda estava vivo.
Lili olhara para a parte da cintura para cima, o indestino e os orgãos internos estavam aparecendo, e reconheceu o ciclope moribundo, era Bortolomeu, um dos 20 filhos por parte de pai do Iankopoulos.
- Bortolomeu você está bem? - pergunto Lili ao ciclope moribundo, perdendo todo o sangue.
- Não, eu estou otimo! Eu fui cortado ao meio, estou perdendo 2 litros de sangue, mas eu estou bem! - disse Bortolomeu sarcasticamente.
- Foda... - disse Lili.
Então Iankopoulos aparece com a mão arrancada, aparentando nem se importar com o membro faltando...
- Borotolomeu! Eu não sabia que sua morte seria assim tão...tão...nojenta... - disse Iankopoulos ao irmão moribundo.
- É, eu podia morrer feliz mofando numa porra de um assilo. Ah, man, porra isso foi a coisa mais radical que já aconteceu comigo...Eu fui jogado pra fora do onibus, voei por uns 3 metros e essa porra de placa de transito me cortou ao meio. Isso foi maneiro – disse Bortolomeu rindo da propria desgraça.
- Sabe que foi so agora que percebi que sua cintura pra baixo tá há 5 metros do restande do seu corpo... - disse Iankopoulos.
- Porra, é mesmo? Eu não consigo me virar pra ver, acho que quebrei a costela também, mas tudo bem. Bom, já que eu vou morrer mesmo, então doe todo o meu dinheiro para o bordeu “De 4 a noite inteira”, e doe minhas ações para a Opus Day e a Kan Klus Klan – disse Bortolomeu.
- Bortolomeu, você é racista? - perguntou Iankopoulos.
- Não era, mas é sempre a primeira vez pra tudo...Pra ser ateu, religioso, gay, e até racista – disse Bortolomeu.
- Bortolomeu, você sempre foi tão compreensivo e sábio, humilde, amigo... - disse Iankopoulos.
- Porra Iankopoulos, não seja gay, filha da puta! - disse Bortolomeu antes de morrer.
No dia seguinte, foi um dia de luto no Amazon...Lili, so veio a principio para beber, Wizerd veio com o mesmo macacão de sempre, so que naquele dia tinha vindo com uma gravata normal em vez de gravata borboleta.
Os 4 foram a muitos enterros, Ratinho, Wizerd, e Lili vieram dar uma força a Iankopoulos que tinha perdido o irmão Bortolomeu.
Encontraram Iankopoulos caindo nas lagrimas, proximo a uma cova no pequeno cemitério do Amazon.
Na cerimonia funebre, Iankopoulos subiu em um palanque ao ar livre, pegou o microfone e disse em meio as lagrimas: “Bortolomeu era um cuzero que so ficava pegando DST no bordeu, vocês nem imaginam...Na hora do banho, no vetiario, o pus saia do saco dele, e um dia aquele pus explodiu na minha cara. Ninguem tinha coragem de pegar no sabonete que ele usava, pois todo aquele pus e os pentelhos ficavam na porra do sabonete...Nos tinhamos que tomar banho a dois metros de distancia pois o saco dele fedia a carniça. O saco era cheio de bolhas verdes que explodiam constantemente, e as vezes sai uns vermes de dentro das bolhas nas bolas dele...” um padre que estava lá tentou tirar o microfone de Iankopoulos, devido a um monte de bizarrices que eles estava falando, envolvendo a genitália podre do irmão. Iankopoulos então golpeara o padre e gritou:
- Quem chamou um padre, porra? - perguntou Iankopoulos.
- Mas você não é cristão ortodoxo? - perguntou Lili.
- Eu não, eu não sou religioso – disse Iankopoulos.
- Porra, você nunca falo – disse Lili.
Iankopoulos se despediu do irmão dizendo:
- As ultimas que ele falou pra mim foram “Porra Iankopoulos, não seja gay, filha da puta!”.
Eles enteraram então o corpo de bartolomeu, onde sua lapide estava escrtio “A DST não o matou, mas foi cortado ao meio. Já ia morrer o filha da puta”.
- Antes ele que nós – disse Lili.
- Que coisa horrivel pra se dizer lili – disse Wizerd.
- Horrivel porra nenhuma – disse Lili.
- Odin tinha planos mais honrosos pra ele do que morrer apodrecendo o saco – disse Ratinho.
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