Nos tempos vindouros de outono, numa futil terça-feira, quando as folhas caiam como o peito de sua irmã, todos estavam sendo fodidos pelo tédio da manhã. O marasmo ecoava no ar num silencio profundo. Lili, Wizerd, Ratinho, e Ned estavam sentados, quase dormindo, em baixo de uma figueira. Até que Wizerd quebrou o silencio perpetuo e perpetuoso...
- Gente, vamos adiante para mais uma aventura! - disse Wizerd.
Lili então respondeste:
- O dia já ta uma merda, fede de horrivel e eu não quero ficar com algum membro quebrado, mutilado, ou perder meu dinheiro de novo...
- Nos temos que inclementar alguma coisa a história mesmo, senão os leitores vão jogar essa merda de livro no lixo...Tá Wizerd, diga sua idéia... - disse Ratinho com desanimo e conformismo.
- Nós vamos procurar a 51 sagrada, se encontrada, a cachaça responderá qual quer pergunta que você faça! - disse Wizerd entusiasmado.
- Dá pra beber? - perguntou Lili.
- É claro – disse Wizerd.
Lili então disse:
- Por que não disse isso antes? Vamos procurar essa porra! - disse Lili incentivando os degenerados.
A gambada então começou suas buscas no ginásio da escola, onde, atrás do gol de futstal havia uma infestação de latinhas e garrafas de cerveja. Tinham garrafas de cerveja de todos os tamanhos, formas e cores. Tinha até garrafa de vinho e garrafas de plástico, onde as cachaças mais puras são ingeridas pelos alcoolatras experientes.
- Porra, alguma dessas garrafas é a porra da 51 sagrada? - perguntou Lili.
- Não, pois a 51 sagrada é uma garrafa de 51 verde. A cachaça é de 1933 e foi fabricada na Finlandia.
Lili então com duvida, pergunta:
- Você não está inventando essa porra, não? - disse Lili.
- Porra, você quer alguma coisa para agente colocar nessa história? Vamos continuar procurando, pois o mundo inteiro vai se abrir para nós olhar-mos para os maiores e mais vis enigmas que nos fazem animais mediocres e egocentricos – disse Wizerd.
Ned então disse:
- So falta você dizer que a tamba da garrafa é de ouro e prata.
- É mesmo, como você sabia? - pergunta Wizerd adonito.
Se dirigiram até um canto repleto de cadaveres que caiam compulsivamente num buraco escavado na terra. Então eles avistaram Ramon e então eles o comprimentaram:
- E ai, Ramon, por que tem tanta gente morta nesse buraco – perguntou Lili.
- Bom, aqui é o canto do suicidas. Todo o dia tem algum maluco que decide acabar com sua vida saltando lá de cima e eu que tenho que tirar os corpos – diz Ramon apontando para o alto do edifício.
Então do nada decima saltaram dois suicidas. Os dois se chocaram contra a terra, e morreram de imediato, estraçalhando o corpo e quebrando a costela. Lili, olhando para os dois corpos recentemente mortos, perguntou a Ramon:
- Por que eles se suicidam?
- Oras, estudar nessa merda já é um bom pretexto – disse Ramon.
- E por que eles decidem saltarem no mesmo lugar? - perguntou Ned.
- Foi feito uma lei na escola, que estibula que os suicidas devem se suicidar apenas num lugar da escola, para facilitar a limpeza, pois há 30 anos atrás era uma merda, eu tinha que tirar cadáver em cima de carro de professor, em cima dos templos, em cima de aluno, em cima de arvores...Então se você quiser se suicidar, deve saltar nesse buraco. É daí que vem a expressão “pule no buraco e seja feliz” – disse Ramon com desanimo.
Então Ratinho pergunta:
- O que agente faz se o suicida pular em outro lugar? - disse o Ratinho.
- Bom, a regra da escola diz que eu tenho que prendê-lo nas catacumbas por violação do Artigo 12-666 que diz “Todo o suicida que se suicidar fora da gruta dos suicidas será sujeito a uma pena de morte”. Não preciso dizer que é o pior artigo já redigido – disse Ramon.
- Pena de morte para quem já ta morto? - pergunta Lili.
- Sim, lamentável – disse Ramon.
- Eu achei justo. So por que ele está morto, não é justificativa para não julgá-lo com a pena de morte. Todos na cadeira elétrica são iguais. Negros, asiáticos, alemães, polacos, indios, e pessoas mortas!”.
Lili então riu e disse:
- Na execução o morto vai gritar pra caralho de dor! - disse Lili rindo pra cacete.
- É, ele vai sentir o que merece por ter sido um subversivo! - disse Wizerd com seriedade.
- Eu sou a favor a pena de morte, mas, isso já é o cumulo. De nada adianta condenar um homem para forca se ele já morreu – disse Ned.
Então Ramon respondeu:
- Pior é que já “executamos” alguns suicidas fora do lugar, eu lembro muito bem desses dias...
Num Flash back qualquer...
- Ramon, ele não tá gritando! - disse Lokomov enquanto via o homem morto não responder aos choques elétricos.
- Bom, vai ver por que ele já veio morto pra cá. Saltar de 40 metros de altura e cair de cara no asfalto não há ninguem que volte pra contar... - respondeu Ramon.
- Isso não é justificativa, se tá morto ou não, ele deve morrer! - disse Lokomov.
- Puta que pariu, você é burro mesmo! - disse Ramon.
- Eu não quero ouvir nada do sidicato dos direitos dos mortos, se tá morto, também tem direito de morrer como todo mundo! E aliás, por que agente tá num Flash back, agente é Lost por acaso? - pergunta Lokomov.
- Não, mas eu so queria mostrar para Lili e companhia como você é burro – respondeu Ramon.
- Há tabão! É bom ensinar as crianças atraves de praticas alternativas de ensino. Desmembrar o tempo em imagens é uma forma boa de ensinar! - disse Lokomov.
Voltando para a história.
- Temos que parar de fazer Flash back – disse Ned.
- Tem razão – disse Ramon – Ou se não vamos nos tornar como a série Lost, e eu odeio Lost.
- Eu so vi a primeira temporada – disse Lili.
- Eu tenho todas as temporadas! - disse Wizerd.
- Sério, pode me emprestar os DVDS? - perguntou Ratinho.
- Não!
- Porra, eu sou seu amigo Wizerd, não faz uma foda dessas, né!
- Mesmo que quisese dar os DVDS das temporadas para tu, não seria possivel...Eu queimei os DVDS! - disse Wizerd com um grande sorriso amarelo.
- Porra, eu me matei procurando esses DVS, e você me faz uma foda dessas? - Disse Ratinho.
- Malz, eu achei que varia frio hoje, então eu os quiemei! - disse Wizerd
- Bom, a minima é 28 graus, e a máxima é 35, isso em praticamente todos os dias do ano. Então, para de fazer merda uma vez na sua vida – disse Lili.
- Como posso parar de fazer merda? Se eu parar eu morro, pois como o meu corpo iria eliminar o que o estomago não precisa se não fosse eliminado em forma de bolo fecal? Eu até tenho o teste de fezes de meu pai, que eu guardo com muito carinho no meu bolso! - disse Wizerd.
- É por isso que tu fede mais que o banheiro da minha casa – disse Lili.
Lili olhou para os suicidas que saltavam do buraco, e perguntou a Ramon:
- Essa gruta tem forca?
- Sim, tem! - disse Ramon apontando para a parte exterior do buraco repleto de corpos, com alguns animais enforcados recentemente – Se você quer outra forma de suicidio, o suicida pode escolher entre saltar, se enforcar, ou morrer por tiro de espingarda. Aqui está o panfleto comercial do lugar – mostra Ramon um panfleto colorido com os seguintes dizeres: “Gruta dos Enforcados. O buraco mais badalado do após vida. Com forcas de madeira de imbuia, cordas limpas e fortes, e espingardas originais da guerra civil americana. Venha acabar tudo em nossas instalações, pois o pós vida está te esperando com estilo!”.
Então a Lili se pronuncia:
- Se um dia eu quiser me suicidar, eu vou escolher tiro de espingarda – disse a Lili olhando para o cartaz.
Mas é intrigante como esse lugar banaliza até o suicidio, isso é uma prova – disse Ned.
Então, os 4 deixam para trás toda a banalização do suicidio e da decadencia ocidental para trás em busca da 51 sagrada. Procuram então no banheiro das meninas...Não encontraram nada alem de mulheres drogadas se viciarem no chão, e lésbicas transando nos boxes. Procuram ardoamente, procuraram até na sala dos professores, sendo expulsos de lá a base de tiro de revolver, pedras, e pedregulhos.
Então, finalmente com uma lampejo de luz celestial, um odor de carne estragada e boceta cagada, Wizerd avista no saguão a garrafa de 51.
Verde e espelta, os 4 ficam atonitos por um momento.
Wizerd então se aproxima da garrafa, e analisa-a.
- Essa cachaça é de 1933 e foi feita na finlandia! - disse Wizerd pulando de alegria ao confirmar os dados inseridos na garrafa.
Lili então pega a garrafa e lê os seguintes disseres: “Made in Finland – 1933”.
- Uma 51 feita na Finlandia? Em 1933? Porra, novidade! - diz levemente atonita. Então Lili ergue a garrafa de 51 verde, e começa a beber de seu conteudo. Lili então...
- Porra, essa cachaça é veia, mas é boa ainda. Parece um vinho, so que desta vez se trata de uma bebida de macho! - diz Lili.
Então de dentro da garrafa, o liquido modifica de cor rapidamente, formando letras, e palavras. Então se podia ler: “Faça uma pergunta, em vez de só me beber, sua puta”!
Lili irada disse:
- Vá tomar no cu cana de bosta!
- Birita tem cu? - pergunta Ratinho
- Boa pergunta. Vou fazer uma boa tese de mestrado sobre o fato de garrafa de cachaça ter, ou não ter cu... Bom, a minha tese é o seguinte...Quando Thor e Odin estavam em total marasmo, num bar qual quer da Islândia, estavam cansados de beber Hidromel de latinha de alumínio, então eles pegaram uma prostituta no bar, a transformaram em areia, a esquentaram com os raios de Thor, e criaram uma garrafa de vidro de 2 metros. Como era muito pesado, Odin diminui o tamanho da garrafa, e Thor tirou o ourificio debaixo da garrafa, para que o liquido não escorresse e não cria-se rios de demônios. O orifício que Thor tinha tirado era o cu dela. Então, só ficou com a boca, para ser mais útil. A boca se chamou “tampa da garrafa”. Garrafa que em latim quer dizer “puta engarrafada mergulhada em rum”. Isso é, a garrafa já teve cu em outrora, agora só tem boca - disse Wizerd.
- Você fumô né? Tomou seus remédios? - pergunta Lili.
- Que remêdios? - questiona Wizerd perplexo.
Então aparece um liquido com cores diferentes da cachaça incolor, dizendo:
“Vocês vão fazer uma pergunta, vão me beber, ou vão fazer algo util?”
- Algo útil é a ultima coisa que estes 3 variam – disse Ned.
Então Wizerd pegou a garrafa e disse:
Santa 51, me revele o mistério da vida! - disse Wizerd numa voz angelical.
O liquido colorido revelou a seguinte mensagem:
“Se no fundo do posso você olhar, é no fundo dele que você vai estar”
- Mas que merda de resposta é essa? - pergunta Lili.
O liquido então forma outras palavras, que rapidamente se lia:
“A anos que estou esquecido na escuridão dessa merda de saquão. Então reclamações de uma ursa rude não há quem te ajude”.
Ratinho então decidiu fazer uma pergunta mais objetiva a ordinária garrafa verde de cachaça:
- Mostre-nos algum segredo oculto do Amazon – disse Ratinho.
Então o liquido colorido se modificou, e uma mensagem revelou:
“Existem muitos sigilos ocultos esquecidos nessa escuridão. Vou revelar 1 segredo, e em breve descobrirão outro segredo neste imensidão”. Então as letras se modificaram e revelaram outra frase “É o seguinte, existe um elevador secreto, é só tirar aquele cartaz de mulher pelada da parede na sua frente...”
Eles olharam, e realmente tinha uma foto de um loira peituda, pelada, encostada na parede. Era um ordinário cartaz de madeira pornográfico. Lili tirou o cartaz sacana e o removeu do encosto da parede. Então, se revelou diante dos olhos dos 4, um elevador feito de vidro, aço, bambu. Então o liquido colorido dentro da 51 formou outra mensagem: “Subam no 90ºandar, e depois o segredo ira los falar”.
- Nonagésimo andar? Eu so não posso dizer que essa garrafa de cana se encheu de birita – disse Lili.
- A escola só tem 9 andares – disse Ned
- É isso que eles querem que você pense! - disse Wizerd arregalando os olhos.
- Não comesse a conspirar de novo – disse Ned.
- Isso por que você quer me calar sobre os segredos do universo, você é um deles, você...Você é do FBI!!!! - disse Wizerd.
- Bom, eu só pertenço ao clube dos Engenheiros Físicos da escola – disse Ned arrumando as lentes tortas de seus óculos.
- Viu, vocês deixam brechas de seu passado soturno, eu estou de olho em você! - disse Wizerd olhando profundamente nos olhos sérios e feição monótona de Ned – Você não consegue me hipnotizar com sua face, você é um reptiliano!
- É justificavel seu ponto de vista, afinal, você fugiu a todas as aulas de biologia – disse Ned – Eu pertenço ao grupo dos felinos.
- A aula de biologia eles lavam as mentes dos alunos, transformando o cerebro em refrigerante! - disse Wizerd.
Bom, coloca esse doido na porra do elevador, e vamos! - disse Lili impaciente.
Todo o grupo entra no nefasto elevador. O chão do elevador estava repleto de lixo, restos de comida, copos de plástico, copinho de pinga...Então, Lili, com a pata esquerda segurando a 51 esverdeada, observa o painel de andares...O painel era confuso, com botões engordurados e imundos. Digo confuso, pois o botão do andar dois, estava do lado, ou encima do botão do andar 500, por exemplo.
Demorou para achar, até que Ned aperta no botão do nonagésimo andar. Então o elevador começou a vagarosamente subir com uma tipica musica de elevador.
- Será que essas musicas de elevador servem para manipular nossas mentes? - pergunta Wizerd.
- Verdade, Wizerd. E os elevadores na verdade são Ktulus voadores que devouram raposas ingenuas e cuzeiras! - disse Lili ironicamente.
- Ah, não, Lili, por favor, não deixe que os Ktulus me devorem, eu não gosto de polvo nórdico escocês! - disse Wizerd aos berros, em posição fetal atrás da perna da Lili.
Lili chutou a cara do Wizerd e disse:
Era brincadeira, seu bosta! Tu não fumou, fumou?
Fumei? – pergunta Wizerd atonito.
Wizerd ri estericamente boa parte da viagem no elevador. A luz do elevador apagava as vezes, e o odor agradavel de carniça se exalava no ar. O odor parecia vagina que tinha cheiro de peixe estragado, bem agradavel, não?
- Finalmente chegamos, não aguentava o odor repulsivo daquela câmera de tortura – disse Ned.
- Fui eu, desculpem – disse Wizerd – Foi o feijão. Feijoada boa!
Eles ignoraram o peido fedorento que arrebentou as narinas até de Zeus, e viram como era o suposto nonagésimo andar. O chão parecia que era feito de nuvens. A frente deles tinha um balcão com whiskeys, cervejas, onde muitos duendes e fadas fumavam e bebiam por ali. Centaram sobre em cima das grandes banquestas que se erguiam debaixo do balcão, e um balconista duende irlandês.
Lili então olhou para o balconista duende e disse:
- Quanto é o Jack?
O duende, com infimas asas de mosca, macacão marrom escuro com camisola preta, barba e cabelos ruivos, feição desanimada diz:
- Bom, já que vocês são novos aqui, é por conta da casa! - disse o balconista.
Então o duende voou até uma pratilheira, e colocou sobre o balcão um Jack Deniels. Lili agradeçeu, e começou a beber o Jack como se fosse água.
Então um duende sentado ao lado de Lili, chama sua atenção e diz:
- Calma baby, não beba de mais, se não você não vai nem conseguir andar...Lili!? - disse o duende aparentando conhece-la.
Lili olhou para o duende e disse espantada:
- McO´banner!? O que faz aqui?
- É isso que eu pergunto para vocês, como descobriram o 90º andar? Não deveriam estar na aula? - Pergunta Mc.O´Banner.
- E você não deveria estar trabalhando? - perguntando Rainho.
Mc.Obanner ficou sem reação e disse:
- Onde você aprendeu a fazer retóricas?
- Perguntas retóricas não se aprende na escola, se aprende na vida – disse Ratinho sorrindo.
Mc.Obanner é um tipico duende irlandês, um tipico zelador incompetente e bebado. Ele é muito conhecido por conseguir capturar com facilidade qualquer matador de aula de plantão, já que tem sua magia a seu favor. Aliás, ele faz feitiços com seu grande trevo de quatro folhas. Seu fisico é estruturado por um corpo patético, de pequena estatura. Tem pequena asas nas costas, e se assemelha muito a um duende de jardim, só que ao contrário de um duende de jardim, ele não é feito de porcelana, e enche o cu de cana.
- Bom, vocês me pegaram. Façamos o seguinte, se vocês não contarem que estou aqui, invez de estar na escola vigiando as salas e os alunos, eu não delato vocês – Disse Mc.Obanner.
- Se alguem fugir, o que você vai fazer? - pergunta Ned.
- Lokomov é meu amigo, vai me perdoar. Eu posso até propinar com uma cachaçada de fim de semana. E alem do mais, ninguém nunca fugiu temendo que eu os pega-se quando escapar é muito fácil, é só fugir pelo saguão principal. Eu nunca faço minha ronda pelo saguão, nunca passo por lá – disse Mc.Obanner – Mas vocês não vão dizer para ninguém né, sabe ia ficar mal para mim se os alunos soubessem que podem fugir pelo saguão.
Wizerd, ratinho, e Lili disseram:
- Não se preocupe, agente não é X9 não! - disseram os três.
Vinte minutos depois...
Os 4 saíram do bar no nonagésimo andar e em dez minutos, toda a escola sabia que o saguão era a parte mais sujeita a fugas. Por que sera? Oras, Wizerd é um fofoqueiro filha da puta!
Toda a massa de alunos então se dirigiu ferozmente a porta principal do saguão para fugir da escola. Quando meia duzia consegui fugir, um alarme tocou. Imediatamente, todos os professores se dirigiram até o portão e trancaram os alunos dentro da escola.
Lá fora os professores seguravam a porta contra a força de 300 alunos debiloides, acéfalos, brutos, loucos para sair. Todos os alunos faziam tudo para sair da escola. Alguns lançavam granadas para derrubar a porta, outros se jogavam em cima de quem estava mais perto da porta. Então um grupo de delinquentes destruiu uma coluna de mármore para utilizar como ariete improvisado.
Os professores então gritaram “Preparassem para o ariete!”.
Atrás da porta, os professores se sacrificavam para não deixar ninguém fugir. Estava um inferno na terra, principalmente dentro da escola fechada pelos professores. Os alunos lançavam coktéis molotvs contra as portas, e alguns alunos até foderam as mãos para quebrarem os vidros das portas, de tão desesperados que estavam para fugir.
Os professores então lançavam granadas contra os alunos. Eles mataram alguns, mas nem isso foi suficiente para intimidar as centenas de estudantes pateticamente enfurecidos, e o cerco militar do corpo docente continuara...
Os professores fizeram barricadas ante o poderio de seus alunos, agora loucos para fugirem do colégio. Alunos então lançaram uma chuva de flechas, que feriram dois professores. No instante que bateu o sinal, os alunos explodiram a grande porta de madeira que separava os alunos para a liberdade. A explosao foi como a explosão da fúria de cada jovem revolto e sem causa.
Os professores saltaram do caminho, os professores que não saíram da frente, foram pisoteados por uma frota de delinquente desajustados. Os alunos corriam como loucos, não se importando se esmagassem ou pisoteassem alguém. Havia muitos alunos que ficavam soterrados pelo caos, ou esmagados pelas massas psicóticas de adolescentes degenerados.
Depois deste episodio, McObainner ficou encarregado apenas de cuidar do saguão. Se os alunos descobrirem que sua ronda não chega a outros lugares do colégio...Outras guerras virão.
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